Alunos de Psicologia da FUPAC Ubá têm artigo publicado em revista científica internacional

Os alunos Gabriel Ribeiro Balbino Silva e João Paulo Lopes Soares, do 8º período do curso de Psicologia da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ubá (FUPAC Ubá), conquistaram um importante reconhecimento na comunidade científica internacional. O artigo intitulado “Obstáculo da vida sexual humana” foi publicado na revista norte-americana Biomedical Journal of Scientific & Technical Research, ampliando a visibilidade da produção acadêmica da instituição para além das fronteiras do Brasil. A publicação representa um marco relevante na trajetória acadêmica dos estudantes e evidencia o compromisso da FUPAC Ubá com a pesquisa, a ciência e a formação de profissionais qualificados. A instituição parabeniza os alunos pela conquista e pela significativa contribuição científica, que fortalece o nome da faculdade no cenário acadêmico nacional e internacional.
FUPAC Leopoldina promove ação de Enfermagem na Praça da Enfermagem

A FUPAC Leopoldina realizou, no dia 6 de dezembro, uma ação de extensão na Praça da Enfermagem, levando o conhecimento e a prática da Enfermagem além das salas de aula. A iniciativa aproximou a instituição da comunidade, reforçando o compromisso com a promoção da saúde e o bem-estar da população. Durante o evento, foram oferecidos serviços gratuitos de aferição de pressão arterial, verificação de glicemia capilar e orientações de educação em saúde, contribuindo para a prevenção de doenças e o esclarecimento de dúvidas da população.
Acadêmicos de Direito da UNIPAC Uberaba realizam ação de conscientização sobre descarte irregular de lixo

Acadêmicos do curso de Direito da UNIPAC Uberaba realizaram uma ação comunitária no bairro Ilha de Marajós com foco na conscientização sobre o descarte irregular de lixo. Durante a iniciativa, o grupo identificou um ponto recorrente de despejo inadequado de resíduos e promoveu diálogo direto com os moradores da região. De acordo com os estudantes, as conversas evidenciaram que a prática acabou sendo incorporada à rotina local, o que reforça a necessidade de enfrentamento do problema. A atividade trouxe como base a Teoria das Janelas Quebradas, que aponta como sinais de abandono e descuido em espaços públicos tendem a estimular comportamentos inadequados, criando um ciclo de degradação. Durante a ação, além da escuta da comunidade, os acadêmicos levaram informações e orientações sobre o descarte correto do lixo. Também foram distribuídos ímãs de geladeira contendo contatos de serviços públicos e canais de denúncia, com o objetivo de facilitar o acesso da população a ferramentas que possibilitam a participação ativa na solução do problema. A iniciativa reforça o compromisso dos estudantes com a responsabilidade social e a cidadania, destacando que pequenas atitudes, aliadas à informação e ao cuidado coletivo, podem promover transformações significativas e contribuir para a melhoria da qualidade de vida no bairro.
FUPAC Baependi entrega premiação do 1º lugar em Concurso de Redação

A FUPAC Baependi realizou a entrega da premiação à vencedora do Concurso de Redação promovido pela instituição. A aluna Estefany Alessandrina Silva Casto conquistou o 1º lugar e foi contemplada com um tablet como reconhecimento pelo desempenho e pela qualidade do texto apresentado. O Grupo Educacional FUPAC UNIPAC parabeniza a estudante pela conquista e estende os cumprimentos a toda a equipe educacional da Escola Estadual Nossa Senhora do Bonsucesso, localizada no município de Serranos (MG), destacando a qualidade e a excelência do processo de ensino-aprendizagem desenvolvido pela instituição. A iniciativa reforça o compromisso da FUPAC UNIPAC com a valorização da educação, do talento estudantil e com o fortalecimento da missão de educar, incentivando a produção textual e o pensamento crítico entre os alunos da região.
Professores da UNIPAC Lafaiete reforçam a importância da Consciência Negra na Psicologia, Educação Física e Biomedicina

Os professores da UNIPAC Lafaiete, Marcos Thomaz (Psicologia), Fabrício Santos (Educação Física) e Camila Dias (Biomedicina), participaram, no dia 13 de novembro, do programa Fala Mulher, da rádio Queluz, trazendo uma reflexão sobre a Consciência Negra tema nas profissões. A jornalista Kátia Matos entrevistou os docentes abordando pontos importantes não só para estudantes, mas para a sociedade de modo geral. Confira a reportagem: Como o racismo influencia a construção da identidade de pessoas negras desde a infância? De que forma o reconhecimento da negritude contribui para o fortalecimento da autoestima e da saúde mental? Professor Marcos: A pergunta traz um tema central dentro da psicologia: a identidade. O modo como as pessoas se entendem como pessoas no mundo é inevitavelmente afetado pela experiência do racismo. É preciso que a gente entenda que há um conhecimento superficial sobre o que chamamos de racismo. Falamos muito sobre, mas não com efetividade, com a intenção de construir estratégias de enfrentamento. Uma pesquisa feita com a comunidade em geral traz um dado curioso. Perguntaram para as pessoas se elas acreditavam que existia racismo no Brasil, e cerca de 88% a 90% acreditavam que sim. Mas, quando perguntaram se elas se consideravam racistas, um número também muito parecido, cerca de 80% a 90%, respondeu que não. Então, há uma incoerência nesse dado: o racismo existe, mas ele está sempre no outro, ou seja, as pessoas não reconhecem que reproduzem o racismo no cotidiano. No geral, o racismo é compreendido como uma prática individual, então há essa percepção de que só se tem racismo quando há uma ofensa ou uma discriminação objetiva em relação a pessoas negras. Mas, na verdade, é preciso entender o racismo como sendo estrutural; ele está naturalizado no modo como organizamos a nossa sociedade — na educação, na saúde, na cultura. Ou seja, mesmo que de forma não intencional, mesmo inconscientemente, a gente acaba reproduzindo práticas racistas no cotidiano. Nesse contexto, observa-se um grande impacto sobre a constituição identitária de pessoas negras. Diversos estudos e relatos no campo da psicologia mostram que a de referências positivas de pessoas negras em espaços de prestígio social, poder ou visibilidade midiática compromete processos de autovalorização e reconhecimento de si. Diante desse cenário, a psicologia tem assumido, de forma cada vez mais contundente, um compromisso ético e político no enfrentamento ao racismo e na promoção de práticas que ampliem a dignidade e a potência das pessoas que compõem esse grupo racial. O que significa ter uma identidade racial positiva? Professor Marcos: Um desafio imenso, sobretudo porque o racismo opera de forma naturalizada no cotidiano. Quando uma pessoa é interpelada como por suas características raciais em um sentido depreciativo, muitas vezes internaliza a mensagem de que há algo de menor valor em sua cor, em seus traços, em seu cabelo ou mesmo em sua própria possibilidade de ser amada. Essas violências simbólicas, repetidas ao longo do tempo, produzem muitas marcas. É somente através de um percurso longo — sustentado por estratégias de enfrentamento do racismo, construção de autoestima e fortalecimento comunitário — que muitas pessoas negras conseguem ressignificar sua negritude, reconhecendo-se como belas, potentes e dignas de afeto e admiração. Há uma responsabilidade do Estado brasileiro em contribuir para que haja políticas públicas que caminhem nessa direção. Por exemplo, as cotas nas universidades públicas e privadas, em concursos públicos, são políticas públicas com essa intenção de reparação histórica. E, por vezes, quando falamos em reparação histórica, escutamos o argumento de que “já passou muito tempo”, mas não passou. Temos aproximadamente três ou quatro gerações de famílias negras que ainda viviam sob o signo da escravidão. E, quando houve a “abolição”, o Estado brasileiro não se comprometeu com os problemas que a escravidão vinha causando. Essas pessoas ocupavam um determinado espaço na casa dos senhores, e agora não mais. Onde elas iriam morar? Trabalhar em quê? Como se alimentariam? O que aconteceria com essas pessoas? Elas foram para as ruas, para os becos, e passamos a ter no país um aumento de problemas sociais que, “curiosamente”, ainda temos hoje: fome, miséria, violência urbana, uso abusivo de substâncias. Isso é resultado desse processo de abolição que não contemplou a ressignificação do lugar dessas pessoas na sociedade. O Estado não só não fez nada para inserir essas pessoas como dignas de direitos, com possibilidade de acesso à educação e trabalho, como fez o contrário: investiu dinheiro para importar mão de obra europeia. As famílias brancas europeias que vinham para o Brasil recebiam terras e valores em dinheiro para começar seus negócios aqui. Essa política pública deveria ter sido destinada às pessoas negras que estavam sendo escravizadas para que, de fato, fossem inseridas enquanto pessoas de direitos na sociedade. Quais são os impactos psicológicos do racismo cotidiano? Como o racismo institucional pode gerar sofrimento psíquico? Professor Marcos: No mesmo período da abolição, começaram a ser disseminadas ideias para desqualificar as pessoas negras. Na época, havia vários programas de rádio que convidavam médicos, cientistas, escritores partidários do que chamamos hoje de racismo científico, que tentavam justificar, com argumentos supostamente científicos, o porquê de a escravidão ter sido mantida. Para isso, foi necessário um processo de desumanização muito grande. E, como havia vários problemas sociais, a leitura que se fazia era de que era perigoso estar próximo de pessoas negras, que elas eram perigosas, propensas à criminalidade, menos capazes intelectualmente, e que podiam “contaminar” famílias. Chamamos isso de eugenia. Tudo isso era reproduzido cotidianamente e de forma naturalizada. Muitas dessas ideias ainda hoje são reproduzidas sem que as pessoas percebam. Visualizamos microagressões cotidianas mesmo sem intenção de ofender. Fazem piadas, comentam o estilo de roupa, o cabelo, desqualificam a experiência religiosa de religiões afro-brasileiras, em ambientes de trabalho, não dão a devida importância às falas dessas pessoas; não reconhecem sua capacidade intelectual, etc. Os impactos são diversos: ansiedade, alterações de humor, internalização da ideia de que o problema é individual. Toda experiência de racismo é traumática. Por mais sutil que pareça, funciona como a gota que, ao pingar em um copo cheio,
Coordenador do curso de Administração da UNIPAC Lafaiete fala sobre o mercado de Marketing

O coordenador do curso de Administração da UNIPAC Lafaiete, Stefan Willian, esteve no programa Fala Mulher, da rádio Queluz, no dia 11 de novembro. Em entrevista à jornalista Kátia Matos, Stefan falou sobre o mercado de Marketing, principalmente destacando o quanto o profissional precisa se aperfeiçoar, sabendo analisar dados, mercado, e entender de produtos e pessoas. Confira a entrevista completa: Quais as principais mudanças que o marketing vem passando nesses últimos anos? Ainda usamos o modelo tradicional, as propagandas de massa, como panfletagem e outdoor, mas o período da pandemia acelerou muito o marketing digital. Ele permite mensurar melhor os dados. Você tem, em tempo real, quem está visualizando a sua propaganda. Isso facilita conhecer melhor o seu público, quem você está atingindo. Atualmente, o marketing está mais dinâmico; passou por essa digitalização e pelas mudanças de hábitos de consumo. Isso fez com que as empresas aprendessem a se comunicar de forma mais humana, rápida e eficiente. Os negócios também estão com uma característica mais híbrida, tendo ponto físico, digital. Uma das vantagens é estar não só no local, mas no global. Como a inteligência artificial tem influenciado o marketing nas empresas e qual a projeção para os próximos anos? A inteligência artificial é um divisor de águas, e seu uso foi acelerado em 2025. Ela possibilita analisar um grande volume de dados de forma mais rápida, automatizar tarefas, e até utilizar chatbots para atendimento. Mas acredito que ela tenha que ser uma aliada do profissional, não uma muleta, porque as empresas precisam do atendimento humano. A inteligência artificial permite também uma personalização para entender o cliente e mostrar para justamente o que ele quer ver. Mas a grande questão é encontrar o público certo; esse é o maior desafio. Não basta ter a ferramenta que te dá todos os dados, sem ter a parte analítica, sem fazer a leitura correta. Às vezes você está em uma rede social em que o seu público não está. Com as novas tecnologias, quais habilidades o profissional de marketing precisa desenvolver? As tecnologias avançam, as empresas querem coisas novas, e o profissional tem que acompanhar. Ele tem que estar atento ao digital, mas também ao relacionamento com o cliente, por exemplo. No curso de Administração da UNIPAC Lafaiete, temos a disciplina que trabalha os fundamentos do marketing e outra que trabalha o marketing digital e negócios. Estamos preparando o profissional tanto para lidar com pessoas, entendendo a importância do marketing de relacionamento. O profissional de marketing tem que ser um especialista em analisar dados, entender o público, saber lidar com pessoas e tomar decisões estratégicas. Isso é bem complexo. Ele tem que estar preparado para mudanças do mercado, como as que a inteligência artificial trouxe, mas também para entender como uma lei pode afetar a empresa. Ou seja, o profissional de marketing trabalha com análise de ambiente, de dados e com a parte humana (entender seus clientes), além de compreender o produto. Você acredita que a inteligência artificial vai substituir o profissional ou vai criar novas oportunidades? Eu acho que ela vai criar novas oportunidades, e em alguns setores também haverá substituição. Por isso, entendemos que é tão importante se especializar. O importante é não estagnar. Você tem que estar antenado para sempre se atualizar. As pessoas mudam, os comportamentos mudam, e os profissionais não podem ficar para trás. Gostou de saber mais sobre uma das áreas de atuação do profissional formado em Administração? Estude na UNIPAC Lafaiete e seja um profissional completo. Faça sua inscrição no vestibular https://unipac.br/vestibular/
FUPAC Ponte Nova recebe o Selo Instituição Socialmente Responsável!

Temos a satisfação de anunciar que a Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ponte Nova foi reconhecida com o Selo Instituição Socialmente Responsável, concedido pela Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior (ABMES). Esse selo certifica nosso compromisso com ações sociais, educacionais e ambientais que promovem impacto positivo na comunidade ponte-novense e região. Ao longo do ano, desenvolvemos projetos que fortalecem nossa missão de formar profissionais éticos, conscientes e comprometidos com a transformação da sociedade.
Premiação do Concurso de Redação: FUPAC VRB 2025

A noite do dia 09 de dezembro foi marcada por um momento especial de celebração, reconhecimento e emoção na FUPAC Visconde do Rio Branco. Reunimos estudantes, professores, familiares e representantes escolares para premiar o talento e a dedicação das jovens que se destacaram no Concurso de Redação 2025, em uma cerimônia que valorizou a força da educação e o poder transformador da escrita. 🥇 Kawane Tavares Luna – Colégio Municipal de Visconde do Rio Branco🥈 Mirella Cristhine Reis – Colégio Municipal de Visconde do Rio Branco🥉 Maria Clara Dias Coelho – Escola Estadual Mariana de Paiva A premiação reconheceu não apenas a excelência técnica dos textos apresentados, mas também o compromisso de cada aluna com a leitura, a reflexão e a construção do pensamento crítico. Parabenizamos as vencedoras pela conquista e estendemos nosso reconhecimento às escolas participantes, que, com excelência e compromisso, cultivam diariamente o valor da educação de qualidade. Que este momento inspire ainda mais jovens a enxergarem na leitura e na escrita caminhos de libertação, oportunidade e transformação.
Alunas do UNIPAC publicam TCC em revista científica ao lado de professoras orientadoras

As alunas Aline Loschi e Laura Beatriz, do curso de Odontologia do UNIPAC, alcançaram um importante marco acadêmico: a publicação do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) em uma revista científica especializada. O artigo foi desenvolvido em parceria com as professoras Hilda, Débora e Fernanda Viol, que atuou como orientadora da pesquisa. O estudo, intitulado “O Impacto da Amamentação no Desenvolvimento Craniofacial: Uma Revisão de Literatura Narrativa”, avalia a relevância dos hábitos adquiridos na primeira infância, com foco especial na amamentação. O tema vem ganhando destaque nos últimos anos pela sua influência direta não apenas na imunidade do bebê, mas também no desenvolvimento das estruturas ósseas e musculares da face. Sobre o estudo A pesquisa é uma revisão de literatura narrativa que analisou 26 artigos científicos, nacionais e internacionais, selecionados por meio de plataformas como Scielo, Google Acadêmico, PubMed e Uptodate. Foram considerados os termos “amamentação artificial”, “amamentação natural” e “desenvolvimento craniofacial”. Após a triagem, estudos com mais de cinco anos de publicação ou que não abordavam diretamente o tema foram descartados. O trabalho evidencia que a amamentação e, especialmente, a forma como ela é realizada, exerce grande impacto no desenvolvimento craniofacial. Os autores apontam que compreender esse processo é fundamental para orientar pais, cuidadores e profissionais da odontologia sobre práticas adequadas na primeira infância, contribuindo para a prevenção de alterações estruturais ao longo da vida. A publicação do artigo demonstra a qualidade da formação acadêmica oferecida pelo UNIPAC e reforça o compromisso da instituição com a pesquisa científica e a produção de conhecimento voltado ao bem-estar e à saúde da população.
FUPAC Visconde do Rio Branco promove edição 2025 do “FUPAC na Praça” com foco no Marco Regulatório das OSCs

A FUPAC Visconde do Rio Branco realizou, no último sábado (6), mais uma edição do projeto FUPAC na Praça, iniciativa que reafirma o compromisso da instituição com a integração entre universidade, comunidade e organizações da sociedade civil. O evento ocorreu na Praça de Visconde do Rio Branco e reuniu estudantes, professores e representantes de diversas entidades da região. Nesta edição, o destaque foi a aula aberta sobre a Lei 13.019/2014, conhecida como Marco Regulatório das Organizações da Sociedade Civil (MROSC). De forma didática e aplicada ao dia a dia, os professores explicaram como a legislação orienta as parcerias entre o poder público e as organizações da sociedade civil. O evento marcou também a conclusão da ação extensionista coordenada pelo professor e diretor Isac Haber, que acompanhou os estudantes ao longo do semestre em atividades junto às OSCs da região. Durante o encontro, os alunos tiveram a oportunidade de apresentar os projetos desenvolvidos, compartilhando diagnósticos, intervenções e resultados alcançados em colaboração com as entidades parceiras. A programação evidenciou o impacto social da extensão universitária e reforçou que a formação acadêmica vai além da teoria, contribuindo para transformar realidades, fortalecer vínculos comunitários e ampliar o compromisso cidadão dos futuros profissionais.