Café com Afeto convida colaboradores da UNIPAC Lafaiete a viver uma vida boa

Em alusão ao Setembro Amarelo, a CIPA e o RH da UNIPAC Lafaiete realizaram, no dia 23 de setembro, mais uma edição do Café com Afeto, com o tema “Um convite a viver a vida boa”. O encontro, transmitido para outras unidades da UNIPAC, foi conduzido pelo professor e psicólogo Jonathan Marques e propôs uma reflexão sobre felicidade, relacionamentos e escolhas. Durante a palestra, Jonathan abordou o chamado “mito da linha de chegada”, ideia de que a felicidade será alcançada somente depois de conquistar determinada meta, como concluir um curso, conseguir um emprego ou alcançar uma realização pessoal. A partir dessa reflexão, o professor convidou os participantes a pensarem sobre o que significa, de fato, ter uma boa vida. Um dos pontos destacados foi a importância dos relacionamentos. Ao apresentar dados de estudos sobre felicidade e bem-estar, Jonathan ressaltou que a qualidade dos vínculos tem papel fundamental na saúde e na construção de uma vida significativa. Para ele, bons relacionamentos estão entre os elementos essenciais para uma vida boa. O professor também falou sobre medida e temperança, destacando que a vida boa está relacionada ao possível e ao equilíbrio. Nesse sentido, apresentou a ideia de que uma vida plena não significa ausência de problemas, estresse ou dificuldades, mas a capacidade de lidar com a realidade e encontrar sentido nas experiências cotidianas. Outro tema abordado foi a atenção. Segundo Jonathan, estar verdadeiramente atento ao outro é uma das formas mais genuínas de generosidade. Os chamados “micromomentos de conexão”, construídos por meio de uma atenção verdadeira e de relações significativas, também contribuem para o bem-estar. A palestra ainda trouxe uma reflexão sobre a busca constante por conforto, tecnologia e conquistas materiais. A apresentação destacou o paradoxo de que, mesmo com maior acesso a recursos, as pessoas podem experimentar sentimentos de vazio e insatisfação. Nesse contexto, a proposta foi mudar a perspectiva sobre aquilo que se vive e reconhecer o valor das pequenas coisas. Para Jonathan, “a vida acontece entre o próximo e o possível”: entre aquilo que está ao nosso alcance e a capacidade de olhar para a realidade e encontrar motivos para se alegrar. Outro ponto destacado foi a importância de compreender que todos fazem parte de algo maior. Como exemplo, o professor lembrou que cada pessoa que integra a equipe da UNIPAC participa de um processo de transformação de vidas e que sua presença faz diferença nessa construção coletiva. Ao final, a reflexão proposta foi sobre a própria ideia de plenitude: ter e valorizar aquilo que se tem, reconhecer o lugar onde se está e encontrar alegria nas pequenas experiências do cotidiano. A mensagem reforçou que uma boa vida não está necessariamente em alcançar uma realidade perfeita, mas em aprender a viver com intencionalidade, equilíbrio, vínculos e atenção ao presente
Coordenadora faz reflexão sobre o Dia do Médico Veterinário e sua importância para a Saúde Única

Em entrevista ao programa Fala Mulher, da Rádio Queluz, a coordenadora do curso de Medicina Veterinária, Ivana Siqueira, comemorou o Dia do Médico Veterinário, celebrado em 9 de setembro, reforçando a importância do profissional para a Saúde Única. Confira: “A Saúde Única é um conceito que reconhece que as saúdes humana, animal e do meio ambiente estão profundamente interligadas. Não podemos pensar na saúde das pessoas de forma isolada, porque aquilo que acontece com os animais e com o ambiente também pode afetar diretamente a nossa qualidade de vida. Trata-se de um conceito muito importante, pois atualmente enfrentamos desafios como as doenças zoonóticas, as mudanças climáticas, a resistência aos antimicrobianos e a necessidade de garantir alimentos seguros para a população. Todos esses problemas exigem uma visão integrada e ações conjuntas entre diferentes áreas do conhecimento. Para nós, da Medicina Veterinária, a Saúde Única reforça que o Médico Veterinário não atua apenas na clínica e na saúde dos animais, mas também na proteção da saúde pública, na produção de alimentos e na preservação ambiental. A Saúde Única exige trabalho conjunto entre veterinários, médicos, biólogos, profissionais de saúde, ambientalistas e gestores públicos, e esta integração deve acontecer de forma permanente, e não apenas quando surge uma emergência sanitária. É necessário que os profissionais compartilhem informações, conhecimentos e responsabilidades, respeitando a competência de cada área. Atualmente, os principais desafios para colocar o conceito de Saúde Única em prática nos municípios são justamente transformar o conceito em ações concretas. Muitas vezes, ainda existe uma separação entre os setores de saúde humana, animal e meio ambiente, o que dificulta o planejamento conjunto. Além disso, é necessário ampliar os investimentos em vigilância, prevenção, educação em saúde e capacitação dos profissionais. Precisamos melhorar a comunicação com a população, para que as pessoas compreendam que a saúde dos animais e o cuidado com o ambiente fazem parte da proteção de toda a comunidade. Ampliar a participação do Médico Veterinário nas equipes e nos espaços de planejamento das políticas públicas de saúde é fundamental. Sua formação permite contribuir em áreas como vigilância epidemiológica, vigilância sanitária, controle de zoonoses, segurança dos alimentos e saúde ambiental. Hoje, a Medicina Veterinária da UNIPAC Lafaiete, por meio de suas atividades extensionistas, já vem contribuindo nesse contexto, fazendo-se presente em vários municípios da região, com ações educativas e prestação de serviços em escolas, empresas, eventos públicos e privados. Aproveito esta oportunidade para parabenizar todos os profissionais, em especial nossos egressos, professores e alunos. Ser Médico Veterinário é atuar em diferentes áreas, transformar vidas e contribuir para uma sociedade mais saudável e sustentável”.
UNIPAC GV celebra o Dia do Profissional de Educação Física com noite de conhecimento, arte e experiências

Publicado em 01/09/2026 O curso de Educação Física da UNIPAC Governador Valadares promoveu uma noite especial em celebração ao Dia do Profissional de Educação Física, comemorado em 1º de setembro. O encontro reuniu acadêmicos, professores, profissionais e convidados em uma programação marcada pela troca de experiências, valorização profissional, arte, conhecimento e vivências práticas. Mais do que uma celebração, a iniciativa foi pensada como um espaço de diálogo e aproximação entre os estudantes e diferentes trajetórias profissionais. A proposta possibilitou aos acadêmicos conhecer experiências, desafios e possibilidades de atuação na área da Educação Física e da Dança, ampliando a percepção sobre os diferentes caminhos que podem ser construídos ao longo da carreira. A programação contou com a participação de Raquel Magalhães Borges, Lorena da Silva Santos, Renato Amorim de Lima e Akotirene Sylla, com mediação dos professores João Passos e Lorena Santos. O público também acompanhou apresentações da Escola de Dança Grand Jeté, incluindo o espetáculo Travessias, inspirado na obra de Milton Nascimento, e a apresentação Hip Hop – Afro. Além das atividades culturais, os acadêmicos participaram de workshops de Danças Urbanas, com Renato Lima; Danças Circulares, com Raquel Borges; e Jazz Dance, com Akotirene Sylla. A iniciativa, organizada pelo curso de Educação Física, sob coordenação do Prof. Pedro Avnner Ferreira Quintino, reforçou a importância da formação prática e da aproximação dos estudantes com diferentes áreas de atuação profissional. A UNIPAC GV parabeniza todos os profissionais de Educação Física e reafirma seu compromisso com uma formação acadêmica diversificada, conectada ao mercado e às diferentes possibilidades da profissão.
Agosto Lilás: professores da UNIPAC Lafaiete orientam sobre direitos e caminhos para romper o ciclo da violência

O Agosto Lilás é um período de conscientização e enfrentamento à violência contra a mulher. Para ampliar o debate sobre o tema e levar informação à população, os professores Luiz Antônio Bittencourt, do curso de Direito, e Ângela Melo, do curso de Psicologia da UNIPAC Lafaiete, participaram do programa Fala Mulher, da Rádio Queluz, em entrevista à jornalista Kátia Matos. Durante a conversa, os professores abordaram os direitos das mulheres, os diferentes tipos de violência doméstica e familiar, as medidas protetivas de urgência, os impactos psicológicos das relações abusivas e a importância da rede de apoio para ajudar a mulher a romper esse ciclo. Direitos e proteção: o que toda mulher precisa saber De acordo com Luiz Antônio Bittencourt, um dos primeiros direitos da mulher vítima de violência é receber um atendimento adequado e humanizado. A legislação também permite que sejam solicitadas medidas protetivas de urgência tão logo ocorra uma situação de violência. A Lei nº 11.340/2006, conhecida como Lei Maria da Penha, estabelece mecanismos para prevenir e coibir a violência doméstica e familiar contra a mulher. Segundo o professor, além da atuação do Poder Judiciário, instituições como a Defensoria Pública e o Ministério Público desempenham um papel importante na proteção das vítimas. A legislação também prevê o direito ao atendimento psicológico. Em Lafaiete, as mulheres podem contar com o Centro de Referência da Mulher, que atua no atendimento às vítimas de violência e, em conjunto com a Secretaria da Mulher, desenvolve políticas de proteção. Entre as medidas de proteção, Luiz Antônio destaca o afastamento imediato do agressor e a proibição de contato com a vítima. A violência doméstica e familiar, porém, não se resume à agressão física. O professor explica que a legislação reconhece diferentes formas de violência: “A violência física envolve qualquer conduta que ofenda a integridade física da vítima. A psicológica está relacionada a comportamentos que provocam danos emocionais e podem afetar a autonomia e a autoestima da mulher. Também estão entre as formas de violência a sexual, que pode ocorrer inclusive no âmbito do casamento; a patrimonial, relacionada ao controle de dinheiro e bens; e a moral, que envolve situações como calúnia, difamação e injúria. A vicária está relacionada ao uso de filhos ou descendentes como instrumento de violência contra a mulher.” Ao identificar qualquer uma dessas situações, a mulher pode procurar a polícia e registrar uma ocorrência. Segundo Luiz Antônio, muitas mulheres ainda procuram ajuda somente quando ocorre uma agressão física, embora outros tipos de violência também possam fundamentar a busca por proteção: “As medidas protetivas podem determinar a proibição de aproximação e de qualquer tipo de contato, seja por telefone, e-mail ou redes sociais, além do afastamento do agressor do lar quando a convivência representar risco iminente. Também podem ser estabelecidas medidas de proteção aos filhos e dependentes”, pontua. O professor explica ainda que, de imediato, a mulher não precisa necessariamente apresentar provas concretas ou testemunhas para buscar proteção. Em situações de violência doméstica, a palavra da vítima possui relevância, especialmente diante da necessidade de evitar que a situação evolua. “Não é preciso esperar uma situação mais grave para procurar ajuda e nem enfrentar isso sozinha. A Lei Maria da Penha oferece instrumentos de proteção e assistência. Não se cale”, orienta Luiz Antônio. Em caso de descumprimento de uma medida protetiva, a orientação é comunicar imediatamente as autoridades: “Em situações de emergência, a mulher deve ligar para o 190. Também pode procurar delegacias, serviços assistenciais e de saúde. O 180 é o canal nacional de atendimento e orientação para mulheres em situação de violência”. Outro fator que pode dificultar o rompimento de uma relação abusiva é a dependência financeira. Para Luiz Antônio, “a dependência econômica muitas vezes é uma prisão para a mulher. A legislação prevê mecanismos relacionados à proteção dos alimentos para a mulher e os filhos, proteção do patrimônio, manutenção e recuperação de documentos, encaminhamento para serviços sociais e políticas de inserção no mercado de trabalho”. As marcas invisíveis da violência Se, do ponto de vista jurídico, conhecer os direitos é fundamental, compreender os impactos psicológicos da violência também é necessário para que a mulher consiga reconhecer a situação e buscar ajuda. A professora Ângela Melo explica que não existe uma única resposta para entender por que algumas mulheres permanecem em relacionamentos abusivos: “É necessário considerar a história de cada mulher, suas questões afetivas, emocionais e cognitivas, além dos fatores sociais e culturais envolvidos. Historicamente, a sociedade também construiu discursos que colocam a mulher em uma posição de inferioridade, fragilidade ou até mesmo de propriedade do outro. Esses discursos podem ser internalizados por homens e mulheres”. Segundo Ângela, medo, dependência financeira, filhos, angústia e ansiedade são alguns dos fatores que podem estar envolvidos. Por isso, não é adequado compreender a permanência em uma relação abusiva como uma escolha simples e racional. A professora chama atenção ainda para os primeiros sinais de uma relação abusiva: “Muitas vezes, a violência começa antes da agressão física, por meio de tentativas de controlar como a mulher age e pensa, limitar seus espaços de convivência e contato social e mantê-la em isolamento. Com o tempo, a mulher pode interiorizar uma imagem negativa de si mesma, passando a acreditar que não é boa ou suficiente”, explica. A violência psicológica também pode ser difícil de perceber porque determinados comportamentos são naturalizados socialmente. “Muitas vezes é naturalizada, por exemplo: ‘é só o jeito dele de falar’, ‘é a forma dele de demonstrar carinho’, ‘é natural da masculinidade tratar a mulher assim’. E a gente interioriza isso. Está errado, não pode ser naturalizado”, alerta Ângela. Outro aspecto abordado pela professora foi o ciclo da violência, que pode ser compreendido em três fases: “A primeira é marcada pela tensão, quando o agressor fica irritado e passa a agir de maneira agressiva. Em seguida, podem ocorrer atos mais explícitos, como agressões físicas ou destruição do espaço. Depois, surge a chamada fase de ‘lua de mel’, marcada pela reconciliação, demonstrações de carinho e declarações de amor. Essa dinâmica pode contribuir para a perpetuação
UNIPAC Lafaiete celebra a colação de grau do primeiro semestre de 2026

A UNIPAC Lafaiete realizou, na quarta-feira, dia 5 de agosto, a cerimônia de colação de grau dos cursos de Administração, Educação Física, Engenharia Civil, Engenharia de Controle e Automação, Engenharia de Minas, Engenharia de Produção, Engenharia Elétrica, Engenharia Mecânica, Medicina Veterinária, Pedagogia e Psicologia, marcando a conclusão da graduação de dezenas de novos profissionais preparados para ingressar no mercado de trabalho e contribuir para o desenvolvimento da sociedade. Realizada no Santa Cuia, a solenidade reuniu formandos, familiares, amigos, professores, coordenadores e colaboradores da instituição em uma noite marcada pela emoção, reconhecimento e celebração das conquistas acadêmicas alcançadas ao longo da graduação. A cerimônia foi conduzida pela diretora acadêmica da UNIPAC Lafaiete, professora Ana Carolina Chaves Ferreira, que, na ocasião, representou o presidente da Fundação Presidente Antônio Carlos (FUPAC), Dr. Fábio Afonso Borges de Andrada, presidindo a sessão solene de outorga de grau. Um dos momentos mais aguardados da noite foi a entrega dos títulos honoríficos concedidos pela instituição aos estudantes que se destacaram ao longo da graduação. A Medalha Zezinho Bonifácio, destinada aos acadêmicos reconhecidos pelo comportamento exemplar, dedicação à vida universitária e destaque entre seus colegas, foi entregue aos formandos: Na sequência, foram entregues as Medalhas Presidente Antônio Carlos, concedidas aos estudantes com a maior média global de seus cursos. Receberam a homenagem: Pela excelência de seu desempenho acadêmico, Ana Paula Gomes Freitas, do curso de Psicologia, também recebeu a Medalha do Mérito Acadêmico Reitor Bonifácio Andrada, a mais alta honraria acadêmica concedida pela UNIPAC Lafaiete, por alcançar a maior média global entre todos os cursos de graduação da instituição no primeiro semestre de 2026. Ao longo da solenidade, representantes de cada curso realizaram seus pronunciamentos em nome das turmas, compartilhando mensagens de gratidão, superação e expectativas para a vida profissional. Os paraninfos também deixaram palavras de incentivo aos novos profissionais, reforçando o compromisso da UNIPAC Lafaiete com uma formação humana, ética e de excelência. Após os juramentos profissionais, a conferência oficial de grau e a entrega dos diplomas, os novos bacharéis e licenciados celebraram, ao lado de familiares e amigos, a concretização de um sonho construído com dedicação, perseverança e muito aprendizado. Compuseram a mesa de honra a diretora acadêmica Ana Carolina Chaves Ferreira; a secretária acadêmica Jussara Sueli Barros; os coordenadores de curso Daniel Vieira Braña Côrtes de Souza (Educação Física); Tatiana Aparecida Rodrigues (Engenharias Civil e Minas), Luciana Maria Margoti (Engenharias da Computação, Controle e Automação e Elétrica), Ivana Maria de Carvalho Siqueira (Medicina Veterinária), Vanessa Tavares (Pedagogia) e Renata Sattler do Amaral (Psicologia). Além dos patronos Wesley Luciano Barros (Administração), Jackson Matheus dos Santos Silva (Engenharia de Produção), Paula Baêta da Silva Rios Turquete (Medicina Veterinária), Flávia Maria de Faria Dornelas (Pedagogia), Jonathan Marques Oliveira (Psicologia); e dos paraninfos Helton Oliveira Campos (Educação Física), Jackson Matheus dos Santos Silva (Engenharia de Produção), Caio Rodrigues Monteiro (Medicina Veterinária), Simone Regina Miranda (Pedagogia) e Danielle Abrantes Campos Lima (Psicologia). Homenageados da Noite Além das homenagens aos formandos, a cerimônia também reconheceu professores e colaboradores que marcaram a trajetória acadêmica das turmas. Professores Homenageados Administração: Stefan Willian Oliveira da Silva e Gustavo dos Santos Miranda Avelar.Educação Física: Luis Lima Júnior.Engenharia Civil: William Davi Júnior Pinto e André Luciano de Carvalho.Engenharia de Produção: Jussara Fernandes Leite e Bruno José de Alencar.Medicina Veterinária: Letícia Calovi Carvalho Santos e Isabella Caixeta Winter.Pedagogia: Bruno Silveira Paiva e Vanessa Mara Tavares.Psicologia: Julia Loren dos Santos, Juliana Campos de Jesus e Marcos Vinícius Thomaz. Funcionários Homenageados Educação Física: Frances Elen Rosa de Santana Cândido.Engenharia Civil: Juliana Aparecida Pereira.Medicina Veterinária: Sueli Aparecida da Silva.Pedagogia: Ana Carolina Chaves Ferreira.Psicologia: Géssica da Silva Marinho. A UNIPAC Lafaiete parabeniza todos os formandos por essa importante conquista e deseja sucesso em suas trajetórias profissionais, reafirmando seu compromisso com uma educação de qualidade e com a formação de profissionais preparados para transformar a sociedade!
SIPAT promove atividades voltadas à saúde e qualidade de vida na UNIPAC Lafaiete

O quarto dia da Semana Interna de Prevenção de Acidentes do Trabalho (SIPAT) da UNIPAC Lafaiete, realizado na quinta-feira, dia 9, teve como tema “Check-up em Movimento: descubra sua zona de energia”. A programação contou com a participação dos cursos de Biomedicina e Educação Física, que promoveram atividades voltadas ao bem-estar e à promoção da saúde. Durante a ação, os participantes puderam aferir a pressão arterial e realizar a pesagem para o cálculo do Índice de Massa Corporal (IMC), recebendo orientações sobre a importância do acompanhamento da saúde e da adoção de hábitos saudáveis. Além dos cuidados com a saúde, a programação incluiu atividades recreativas e esportivas, como pingue-pongue, peteca, queimada e slackline, proporcionando momentos de integração, descontração e incentivo à prática de exercícios físicos. A iniciativa reforçou a importância de cuidar da saúde física e mental, mostrando que pequenas atitudes no dia a dia, como manter-se ativo e realizar avaliações periódicas, contribuem para mais qualidade de vida e bem-estar.
Aula prática de Topografia – Engenharia Civil e Engenharia de Minas na UNIPAC Lafaiete

A teoria ganhando forma na prática! Durante a atividade, os alunos dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia de Minas, sob orientação do professor Ademir Cândido, realizaram o processamento dos dados coletados em campo, aplicando os conhecimentos topográficos no laboratório de Desenho Técnico. Na prancheta, os estudantes transformaram as informações obtidas na aula prática em campo em representações técnicas, desenvolvendo habilidades essenciais para a interpretação, análise e elaboração de projetos de engenharia. Uma experiência que integra precisão, técnica e prática, preparando nossos futuros engenheiros para os desafios da profissão.
Mulheres da UNIPAC Lafaiete falam sobre a importância de estarem em espaços acadêmicos e profissionais

Aluna, professoras e egressas da UNIPAC Lafaiete participaram, no dia 26 de março, do programa Fala Mulher, da rádio Queluz. Em entrevista à jornalista Kátia Matos, elas abordaram o tema “A importância da presença da mulher em espaços acadêmicos e profissionais”. Cada entrevistada trouxe suas percepções nas áreas de Biomedicina, Direito, Engenharia Civil e Pedagogia. Confira: 🔬 Liderança feminina na Biomedicina Amanda Mendes Santos, professora do curso de Biomedicina: “Sempre fui apaixonada pelo estudo da Biologia, voltado para a saúde humana, desde a parte microscópica, como o estudo de células e bactérias, até o funcionamento do organismo. Isso me motivou a estar em contato diário com aquilo que me ‘faz brilhar os olhos’. Durante a graduação, percebi o desejo de continuar estudando e também de compartilhar conhecimento, e foi assim que segui o caminho da docência. Minha maior inspiração profissional é minha mãe, que também é professora. Ao longo da minha trajetória acadêmica, tive grandes referências, como a professora de Biologia do ensino médio e docentes da graduação, que me apoiaram e mostraram caminhos possíveis. Hoje, tenho muito orgulho de chamá-las de colegas de profissão. Sobre a presença feminina na área, a Biomedicina sempre contou com forte participação de mulheres, o que demonstra o quanto temos ocupado espaços relevantes na ciência e na saúde. É importante destacar o protagonismo da mulher biomédica, que cada vez mais assume posições de liderança, como responsáveis técnicas de laboratório, gestoras de clínicas e coordenadoras de curso. Por ser um curso majoritariamente feminino, as barreiras acabam sendo mais sutis. Ainda assim, acredito que o principal desafio seja conciliar a vida profissional e pessoal. Nós, mulheres, somos muito cobradas — e também nos cobramos — em relação à casa, aos filhos e ao trabalho. Isso pode gerar sobrecarga e, muitas vezes, nos faz deixar de lado nossas próprias necessidades. Por isso, é importante aprender a equilibrar essas demandas e entender que está tudo bem não dar conta de tudo o tempo todo.” 🏗️ Construindo espaço na engenharia Rayane Mendes, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Desde muito nova, sempre tive interesse pela área da arquitetura, especialmente pela parte de decoração. Com o tempo, fui amadurecendo essa ideia até conhecer a Engenharia Civil, que me apresentou um campo mais amplo. Percebi, então, que, além de decorar, eu queria construir. Sempre contei com o apoio da minha família, principalmente em relação ao meu futuro e crescimento profissional. Atuar em uma área majoritariamente masculina é, sem dúvida, desafiador. De forma direta, nunca sofri preconceito, mas percebo olhares e certa desconfiança, por exemplo, quando apresentamos uma proposta a um cliente. Além de sermos mulheres, há também a questão da idade, já que somos jovens na profissão. Por isso, é fundamental transmitir confiança, demonstrar capacidade técnica e reforçar que gênero e idade não definem competência. É um processo constante, especialmente em um cenário ainda predominantemente masculino. Observamos um aumento significativo de mulheres na Engenharia Civil. No entanto, muitas vezes, mesmo após concluírem a formação, elas precisam se provar mais, trabalhar mais e, por vezes, até estudar mais para alcançar espaços que já deveriam ser naturalmente acessíveis. Além disso, acumulam diferentes funções e nem sempre conseguem equilibrar vida profissional e pessoal.” Keity Marques, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Escolher a Engenharia Civil teve, para mim, um significado muito emocional. Meu avô foi mestre de obras, e eu cresci visitando casas, apartamentos e prédios que ele ajudava a construir, vivenciando esse universo no dia a dia. Ele teve uma influência muito importante na minha decisão. Sempre contei com o apoio da minha família, especialmente por estar seguindo esse caminho. Em relação ao preconceito, ele nem sempre é explícito, mas se manifesta em pequenas situações do cotidiano. Diante disso, buscamos sempre agir com profissionalismo e demonstrar nosso conhecimento na prática. Ser jovem não significa falta de preparo. Somos formadas por uma instituição reconhecida, tivemos uma formação de qualidade e estamos capacitadas para desenvolver nosso trabalho com responsabilidade. Uma grande inspiração para mim é a coordenadora do curso de Engenharia Civil, Tatiana Rodrigues. Sempre foi uma profissional muito dedicada, disposta a ajudar e orientar. Além disso, nos apresentou uma visão realista do mercado de trabalho. Ela nos mostrou, na prática, que as mulheres podem ocupar todos os espaços dentro da engenharia, que é uma área ampla e cheia de possibilidades.” 📚 Força feminina na educação Angélica Olinda Maciel do Nascimento, aluna do 7º período do curso de Pedagogia: “Sempre acreditei que a educação tem o poder de transformar vidas. Escolhi a Pedagogia porque percebi que queria fazer parte desse processo, contribuindo para o desenvolvimento das pessoas desde a infância. No início, é natural sentir insegurança, já que é uma decisão importante, mas tive o apoio da minha família e dos amigos, o que fez toda a diferença para seguir com mais confiança. A Pedagogia é uma área com predominância feminina e, por isso, ainda enfrenta alguns preconceitos, especialmente por conta de uma visão antiga de que cuidar e educar seriam funções exclusivamente femininas. No entanto, essa realidade vem mudando, à medida que cresce o reconhecimento da importância da educação e da necessidade de profissionais qualificados, independentemente do gênero. A presença feminina nos espaços acadêmicos e profissionais é fundamental, pois agrega sensibilidade, olhar humano e competência. Ao longo da minha trajetória, tive referências muito importantes, como Vanessa Tavares, coordenadora do curso de Pedagogia da UNIPAC, e Ana Carolina Chaves Ferreira, diretora acadêmica, de quem tive a oportunidade de ser aluna. Hoje, também trabalho com Ivonei, diretora e proprietária do Colégio Monteiro Lobato, que sempre digo ser uma grande inspiração. São mulheres que admiro pela dedicação e pela forma como conduzem a educação com responsabilidade. Conviver com essas profissionais me proporciona aprendizados constantes, tanto na vida profissional quanto pessoal. Observar como enfrentam desafios, lideram equipes e mantêm o compromisso com a educação me motiva a evoluir e acreditar no meu potencial. Essas referências fortalecem minha caminhada na Pedagogia e
Alunos e egressos de Odontologia do UNIPAC Barbacena publicam artigo científico em revista acadêmica

Alunos e egressos do curso de Odontologia do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC Barbacena) tiveram um trabalho científico publicado na Revista REGE0 Interdisciplinar. O artigo, intitulado “Comparação de agentes dessensibilizantes em dentifrícios: uma abordagem integrativa”, reúne pesquisadores que passaram ou ainda fazem parte da instituição. Participaram da produção os egressos Pedro Henrique de Abreu Turquetti, Aline Loschi Manegati Carneiro, Letícia Discacciati Silva e Maria Eduarda D’Orazio Loures, além dos alunos Camila Galgani Silva Souza, Debora Stael Alves Severino e Matheus Felipe Nascimento Barroso. A pesquisa foi orientada pela professora Hilda Maluf Caldas Nalon, docente do curso de Odontologia do UNIPAC Barbacena. O estudo analisa diferentes agentes dessensibilizantes presentes em cremes dentais e sua eficácia no tratamento da hipersensibilidade dentinária, problema bastante comum que pode provocar dor ao consumir alimentos quentes, frios ou ácidos. A partir de uma revisão integrativa da literatura, os autores avaliaram estudos recentes sobre o tema e compararam os resultados obtidos com diferentes substâncias utilizadas em dentifrícios. Entre os agentes analisados, compostos como fluoreto estanhoso, nitrato de potássio e hidroxiapatita demonstraram resultados positivos na redução da dor associada à sensibilidade dental, reforçando a importância do acompanhamento odontológico para a escolha do tratamento mais adequado.
Como é o mercado de trabalho para mulheres na Administração, Educação Física, Medicina Veterinária e Psicologia?

Mulheres no mercado de trabalho foi o tema do programa Fala Mulher, da Rádio Queluz, nesta quinta-feira, dia 12 de abril, que contou com a participação da UNIPAC Lafaiete. A diretora acadêmica e professora do curso de Administração, Ana Carolina Chaves Ferreira, a egressa do curso de Educação Física Bárbara Cristhina de Carvalho, a coordenadora do curso de Medicina Veterinária Ivana Siqueira e a professora do curso de Psicologia Ângela Melo falaram sobre os avanços e desafios de cada uma das profissões. Administração Ana Carolina Chaves Ferreira, diretora acadêmica e professora do curso de Administração, falou sobre mulheres em cargos de liderança e igualdade salarial: “Hoje, nós temos mais mulheres do que homens matriculados no ensino superior no país, e a UNIPAC segue essa tendência. Em praticamente todos os nossos cursos temos mais mulheres do que homens, salvo ainda os cursos de engenharia, em que ainda percebemos uma tradição masculina. Mas, contraditoriamente, todas as nossas coordenadoras dos cursos de engenharia são mulheres, são três engenheiras. Aliás, hoje nós temos mais coordenadoras: são 8 e 2 coordenadores. Mas, falando especificamente da minha área da Administração, eu ainda percebo muita dificuldade na inserção das mulheres nas áreas de finanças e economia, por exemplo. Elas acabam indo mais para a área de recursos humanos. Em relação aos cargos de liderança, ainda há homens que não aceitam ser chefiados por mulheres. Outro ponto a ser discutido é que não há justificativa para fazer o mesmo trabalho e ganhar menos. É importante ressaltar a Lei nº 14.611/2023, que estabelece a obrigatoriedade de igualdade salarial, e que as empresas devem divulgar seu relatório de transparência sobre essa questão, mas na prática nem sempre acontece assim. Na Administração também falamos sobre o salário emocional [benefícios não financeiros, como flexibilidade, reconhecimento e oportunidades de crescimento], valorizando as habilidades, a competência e as necessidades femininas. Além disso, tem que haver respeito e credibilidade, e é preciso apostar na mulher para um cargo de liderança”. Educação Física A egressa do curso de Educação Física, Bárbara Cristhina de Carvalho, destacou como as mulheres são vistas quando atuam em áreas majoritariamente masculinas: “Quando analisamos historicamente, a Educação Física vem de um contexto militar muito forte e, por essa razão, havia mais homens envolvidos nessas práticas corporais. Isso tem mudado com os anos, mas ainda há muito a avançar. Apesar de haver um equilíbrio entre o número de homens e mulheres dentro do curso, acredito que isso não seja só na UNIPAC. Ainda existe uma ‘predeterminação’ do que homens e mulheres devem seguir dentro da Educação Física. Por exemplo, eu trabalho com dança e não é comum vermos homens querendo atuar nessa área. Assim como no futebol, percebemos claramente a intenção maior de homens de atuar, enquanto as mulheres que querem trabalhar com o futebol nem sempre recebem o mesmo respaldo. Outro ponto é que fiz estágio na área de musculação e vivi situações dentro da academia relacionadas ao estereótipo do corpo. A mulher é mais cobrada do que o homem quando pensamos nessa questão corporal. Eu percebia certo preconceito por parte de quem buscava hipertrofia [crescimento muscular], que me julgava incapaz por eu não ter o corpo que almejavam. Ou seja, avaliavam meu corpo e não meus conhecimentos, meus estudos e tudo para o que eu tinha me preparado para estar ali. Percebemos também questões relacionadas à remuneração de mulheres e homens que, às vezes, desempenham a mesma função. Além de a mulher ter uma trajetória talvez um pouco mais desafiadora para assumir um determinado cargo, quando ela consegue isso, nem sempre recebe a valorização”. Medicina Veterinária A coordenadora do curso de Medicina Veterinária, Ivana Siqueira, explicou que muitas mulheres vêm se destacando em várias áreas: “Minha turma foi a primeira que teve mais mulheres do que homens no curso de Medicina Veterinária da UFMG; é um marco bem significativo, porque, a partir daí, todas as turmas passaram a ter mais mulheres do que homens. E é o que vemos também no curso de Medicina Veterinária da UNIPAC Lafaiete. A Medicina Veterinária era tida como uma profissão genuinamente masculina. Pelo sistema de produção e pelo trabalho de campo, acreditava-se que o homem era mais capaz de realizar esse trabalho. E fomos desmistificando isso ao longo dos anos. Hoje, a mulher ocupa posições muito importantes em todos os segmentos da Medicina Veterinária: na área acadêmica, na pesquisa, na clínica de pequenos animais e na área de inspeção, que é a minha área de atuação. Ela vem conquistando um caminho muito interessante, construindo sua história e trajetória também na produção de grandes animais, como na bovinocultura e na equideocultura. Ou seja, mostra que é capaz de atuar nos diversos segmentos e nas várias áreas da profissão. Eu trabalho em ambientes de produção, frigoríficos e indústrias, onde ainda há um público majoritariamente masculino. Então percebemos olhares e falas como ‘quem é ela?’ ou ‘ela acha que manda’. Além disso, como viajo muito, frequentemente me perguntam se dirijo, se pego estrada ou se vou sozinha, duvidando da minha capacidade. Mas, obviamente, também temos experiências positivas. Quando estudei para atuar na área de inspeção, meus preceptores eram todos homens e acreditaram no meu potencial. Diziam que as mulheres tinham um olhar mais crítico para trabalhar com qualidade. Hoje minha equipe é 100% feminina, justamente porque é um trabalho mais técnico e detalhista”. Psicologia A professora do curso de Psicologia, Ângela Melo, afirmou que as mulheres são plurais e que, dependendo de questões como raça e classe, as desigualdades se intensificam: “Nossa categoria profissional é composta majoritariamente por mulheres. Podemos dizer que são mulheres plurais — negras, quilombolas e indígenas — que estão atuando, aplicando e produzindo conhecimento na Psicologia em contextos diversos, como na clínica, nas políticas públicas de saúde, nas políticas públicas de assistência social e no contexto organizacional do trabalho, entre outros. Contudo, devido ao machismo, à opressão e à desvalorização das mulheres, essas histórias e experiências foram colocadas à margem do nosso fazer. Ou seja, ainda falta reconhecimento desse protagonismo. Virgínia Bicudo, Nise