Mulheres da UNIPAC Lafaiete falam sobre a importância de estarem em espaços acadêmicos e profissionais

Aluna, professoras e egressas da UNIPAC Lafaiete participaram, no dia 26 de março, do programa Fala Mulher, da rádio Queluz. Em entrevista à jornalista Kátia Matos, elas abordaram o tema “A importância da presença da mulher em espaços acadêmicos e profissionais”. Cada entrevistada trouxe suas percepções nas áreas de Biomedicina, Direito, Engenharia Civil e Pedagogia. Confira: 🔬 Liderança feminina na Biomedicina Amanda Mendes Santos, professora do curso de Biomedicina: “Sempre fui apaixonada pelo estudo da Biologia, voltado para a saúde humana, desde a parte microscópica, como o estudo de células e bactérias, até o funcionamento do organismo. Isso me motivou a estar em contato diário com aquilo que me ‘faz brilhar os olhos’. Durante a graduação, percebi o desejo de continuar estudando e também de compartilhar conhecimento, e foi assim que segui o caminho da docência. Minha maior inspiração profissional é minha mãe, que também é professora. Ao longo da minha trajetória acadêmica, tive grandes referências, como a professora de Biologia do ensino médio e docentes da graduação, que me apoiaram e mostraram caminhos possíveis. Hoje, tenho muito orgulho de chamá-las de colegas de profissão. Sobre a presença feminina na área, a Biomedicina sempre contou com forte participação de mulheres, o que demonstra o quanto temos ocupado espaços relevantes na ciência e na saúde. É importante destacar o protagonismo da mulher biomédica, que cada vez mais assume posições de liderança, como responsáveis técnicas de laboratório, gestoras de clínicas e coordenadoras de curso. Por ser um curso majoritariamente feminino, as barreiras acabam sendo mais sutis. Ainda assim, acredito que o principal desafio seja conciliar a vida profissional e pessoal. Nós, mulheres, somos muito cobradas — e também nos cobramos — em relação à casa, aos filhos e ao trabalho. Isso pode gerar sobrecarga e, muitas vezes, nos faz deixar de lado nossas próprias necessidades. Por isso, é importante aprender a equilibrar essas demandas e entender que está tudo bem não dar conta de tudo o tempo todo.” 🏗️ Construindo espaço na engenharia Rayane Mendes, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Desde muito nova, sempre tive interesse pela área da arquitetura, especialmente pela parte de decoração. Com o tempo, fui amadurecendo essa ideia até conhecer a Engenharia Civil, que me apresentou um campo mais amplo. Percebi, então, que, além de decorar, eu queria construir. Sempre contei com o apoio da minha família, principalmente em relação ao meu futuro e crescimento profissional. Atuar em uma área majoritariamente masculina é, sem dúvida, desafiador. De forma direta, nunca sofri preconceito, mas percebo olhares e certa desconfiança, por exemplo, quando apresentamos uma proposta a um cliente. Além de sermos mulheres, há também a questão da idade, já que somos jovens na profissão. Por isso, é fundamental transmitir confiança, demonstrar capacidade técnica e reforçar que gênero e idade não definem competência. É um processo constante, especialmente em um cenário ainda predominantemente masculino. Observamos um aumento significativo de mulheres na Engenharia Civil. No entanto, muitas vezes, mesmo após concluírem a formação, elas precisam se provar mais, trabalhar mais e, por vezes, até estudar mais para alcançar espaços que já deveriam ser naturalmente acessíveis. Além disso, acumulam diferentes funções e nem sempre conseguem equilibrar vida profissional e pessoal.” Keity Marques, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Escolher a Engenharia Civil teve, para mim, um significado muito emocional. Meu avô foi mestre de obras, e eu cresci visitando casas, apartamentos e prédios que ele ajudava a construir, vivenciando esse universo no dia a dia. Ele teve uma influência muito importante na minha decisão. Sempre contei com o apoio da minha família, especialmente por estar seguindo esse caminho. Em relação ao preconceito, ele nem sempre é explícito, mas se manifesta em pequenas situações do cotidiano. Diante disso, buscamos sempre agir com profissionalismo e demonstrar nosso conhecimento na prática. Ser jovem não significa falta de preparo. Somos formadas por uma instituição reconhecida, tivemos uma formação de qualidade e estamos capacitadas para desenvolver nosso trabalho com responsabilidade. Uma grande inspiração para mim é a coordenadora do curso de Engenharia Civil, Tatiana Rodrigues. Sempre foi uma profissional muito dedicada, disposta a ajudar e orientar. Além disso, nos apresentou uma visão realista do mercado de trabalho. Ela nos mostrou, na prática, que as mulheres podem ocupar todos os espaços dentro da engenharia, que é uma área ampla e cheia de possibilidades.” 📚 Força feminina na educação Angélica Olinda Maciel do Nascimento, aluna do 7º período do curso de Pedagogia: “Sempre acreditei que a educação tem o poder de transformar vidas. Escolhi a Pedagogia porque percebi que queria fazer parte desse processo, contribuindo para o desenvolvimento das pessoas desde a infância. No início, é natural sentir insegurança, já que é uma decisão importante, mas tive o apoio da minha família e dos amigos, o que fez toda a diferença para seguir com mais confiança. A Pedagogia é uma área com predominância feminina e, por isso, ainda enfrenta alguns preconceitos, especialmente por conta de uma visão antiga de que cuidar e educar seriam funções exclusivamente femininas. No entanto, essa realidade vem mudando, à medida que cresce o reconhecimento da importância da educação e da necessidade de profissionais qualificados, independentemente do gênero. A presença feminina nos espaços acadêmicos e profissionais é fundamental, pois agrega sensibilidade, olhar humano e competência. Ao longo da minha trajetória, tive referências muito importantes, como Vanessa Tavares, coordenadora do curso de Pedagogia da UNIPAC, e Ana Carolina Chaves Ferreira, diretora acadêmica, de quem tive a oportunidade de ser aluna. Hoje, também trabalho com Ivonei, diretora e proprietária do Colégio Monteiro Lobato, que sempre digo ser uma grande inspiração. São mulheres que admiro pela dedicação e pela forma como conduzem a educação com responsabilidade. Conviver com essas profissionais me proporciona aprendizados constantes, tanto na vida profissional quanto pessoal. Observar como enfrentam desafios, lideram equipes e mantêm o compromisso com a educação me motiva a evoluir e acreditar no meu potencial. Essas referências fortalecem minha caminhada na Pedagogia e
Alunos e egressos de Odontologia do UNIPAC Barbacena publicam artigo científico em revista acadêmica

Alunos e egressos do curso de Odontologia do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC Barbacena) tiveram um trabalho científico publicado na Revista REGE0 Interdisciplinar. O artigo, intitulado “Comparação de agentes dessensibilizantes em dentifrícios: uma abordagem integrativa”, reúne pesquisadores que passaram ou ainda fazem parte da instituição. Participaram da produção os egressos Pedro Henrique de Abreu Turquetti, Aline Loschi Manegati Carneiro, Letícia Discacciati Silva e Maria Eduarda D’Orazio Loures, além dos alunos Camila Galgani Silva Souza, Debora Stael Alves Severino e Matheus Felipe Nascimento Barroso. A pesquisa foi orientada pela professora Hilda Maluf Caldas Nalon, docente do curso de Odontologia do UNIPAC Barbacena. O estudo analisa diferentes agentes dessensibilizantes presentes em cremes dentais e sua eficácia no tratamento da hipersensibilidade dentinária, problema bastante comum que pode provocar dor ao consumir alimentos quentes, frios ou ácidos. A partir de uma revisão integrativa da literatura, os autores avaliaram estudos recentes sobre o tema e compararam os resultados obtidos com diferentes substâncias utilizadas em dentifrícios. Entre os agentes analisados, compostos como fluoreto estanhoso, nitrato de potássio e hidroxiapatita demonstraram resultados positivos na redução da dor associada à sensibilidade dental, reforçando a importância do acompanhamento odontológico para a escolha do tratamento mais adequado.
Como é o mercado de trabalho para mulheres na Administração, Educação Física, Medicina Veterinária e Psicologia?

Mulheres no mercado de trabalho foi o tema do programa Fala Mulher, da Rádio Queluz, nesta quinta-feira, dia 12 de abril, que contou com a participação da UNIPAC Lafaiete. A diretora acadêmica e professora do curso de Administração, Ana Carolina Chaves Ferreira, a egressa do curso de Educação Física Bárbara Cristhina de Carvalho, a coordenadora do curso de Medicina Veterinária Ivana Siqueira e a professora do curso de Psicologia Ângela Melo falaram sobre os avanços e desafios de cada uma das profissões. Administração Ana Carolina Chaves Ferreira, diretora acadêmica e professora do curso de Administração, falou sobre mulheres em cargos de liderança e igualdade salarial: “Hoje, nós temos mais mulheres do que homens matriculados no ensino superior no país, e a UNIPAC segue essa tendência. Em praticamente todos os nossos cursos temos mais mulheres do que homens, salvo ainda os cursos de engenharia, em que ainda percebemos uma tradição masculina. Mas, contraditoriamente, todas as nossas coordenadoras dos cursos de engenharia são mulheres, são três engenheiras. Aliás, hoje nós temos mais coordenadoras: são 8 e 2 coordenadores. Mas, falando especificamente da minha área da Administração, eu ainda percebo muita dificuldade na inserção das mulheres nas áreas de finanças e economia, por exemplo. Elas acabam indo mais para a área de recursos humanos. Em relação aos cargos de liderança, ainda há homens que não aceitam ser chefiados por mulheres. Outro ponto a ser discutido é que não há justificativa para fazer o mesmo trabalho e ganhar menos. É importante ressaltar a Lei nº 14.611/2023, que estabelece a obrigatoriedade de igualdade salarial, e que as empresas devem divulgar seu relatório de transparência sobre essa questão, mas na prática nem sempre acontece assim. Na Administração também falamos sobre o salário emocional [benefícios não financeiros, como flexibilidade, reconhecimento e oportunidades de crescimento], valorizando as habilidades, a competência e as necessidades femininas. Além disso, tem que haver respeito e credibilidade, e é preciso apostar na mulher para um cargo de liderança”. Educação Física A egressa do curso de Educação Física, Bárbara Cristhina de Carvalho, destacou como as mulheres são vistas quando atuam em áreas majoritariamente masculinas: “Quando analisamos historicamente, a Educação Física vem de um contexto militar muito forte e, por essa razão, havia mais homens envolvidos nessas práticas corporais. Isso tem mudado com os anos, mas ainda há muito a avançar. Apesar de haver um equilíbrio entre o número de homens e mulheres dentro do curso, acredito que isso não seja só na UNIPAC. Ainda existe uma ‘predeterminação’ do que homens e mulheres devem seguir dentro da Educação Física. Por exemplo, eu trabalho com dança e não é comum vermos homens querendo atuar nessa área. Assim como no futebol, percebemos claramente a intenção maior de homens de atuar, enquanto as mulheres que querem trabalhar com o futebol nem sempre recebem o mesmo respaldo. Outro ponto é que fiz estágio na área de musculação e vivi situações dentro da academia relacionadas ao estereótipo do corpo. A mulher é mais cobrada do que o homem quando pensamos nessa questão corporal. Eu percebia certo preconceito por parte de quem buscava hipertrofia [crescimento muscular], que me julgava incapaz por eu não ter o corpo que almejavam. Ou seja, avaliavam meu corpo e não meus conhecimentos, meus estudos e tudo para o que eu tinha me preparado para estar ali. Percebemos também questões relacionadas à remuneração de mulheres e homens que, às vezes, desempenham a mesma função. Além de a mulher ter uma trajetória talvez um pouco mais desafiadora para assumir um determinado cargo, quando ela consegue isso, nem sempre recebe a valorização”. Medicina Veterinária A coordenadora do curso de Medicina Veterinária, Ivana Siqueira, explicou que muitas mulheres vêm se destacando em várias áreas: “Minha turma foi a primeira que teve mais mulheres do que homens no curso de Medicina Veterinária da UFMG; é um marco bem significativo, porque, a partir daí, todas as turmas passaram a ter mais mulheres do que homens. E é o que vemos também no curso de Medicina Veterinária da UNIPAC Lafaiete. A Medicina Veterinária era tida como uma profissão genuinamente masculina. Pelo sistema de produção e pelo trabalho de campo, acreditava-se que o homem era mais capaz de realizar esse trabalho. E fomos desmistificando isso ao longo dos anos. Hoje, a mulher ocupa posições muito importantes em todos os segmentos da Medicina Veterinária: na área acadêmica, na pesquisa, na clínica de pequenos animais e na área de inspeção, que é a minha área de atuação. Ela vem conquistando um caminho muito interessante, construindo sua história e trajetória também na produção de grandes animais, como na bovinocultura e na equideocultura. Ou seja, mostra que é capaz de atuar nos diversos segmentos e nas várias áreas da profissão. Eu trabalho em ambientes de produção, frigoríficos e indústrias, onde ainda há um público majoritariamente masculino. Então percebemos olhares e falas como ‘quem é ela?’ ou ‘ela acha que manda’. Além disso, como viajo muito, frequentemente me perguntam se dirijo, se pego estrada ou se vou sozinha, duvidando da minha capacidade. Mas, obviamente, também temos experiências positivas. Quando estudei para atuar na área de inspeção, meus preceptores eram todos homens e acreditaram no meu potencial. Diziam que as mulheres tinham um olhar mais crítico para trabalhar com qualidade. Hoje minha equipe é 100% feminina, justamente porque é um trabalho mais técnico e detalhista”. Psicologia A professora do curso de Psicologia, Ângela Melo, afirmou que as mulheres são plurais e que, dependendo de questões como raça e classe, as desigualdades se intensificam: “Nossa categoria profissional é composta majoritariamente por mulheres. Podemos dizer que são mulheres plurais — negras, quilombolas e indígenas — que estão atuando, aplicando e produzindo conhecimento na Psicologia em contextos diversos, como na clínica, nas políticas públicas de saúde, nas políticas públicas de assistência social e no contexto organizacional do trabalho, entre outros. Contudo, devido ao machismo, à opressão e à desvalorização das mulheres, essas histórias e experiências foram colocadas à margem do nosso fazer. Ou seja, ainda falta reconhecimento desse protagonismo. Virgínia Bicudo, Nise
Professora do curso de Pedagogia da UNIPAC Lafaiete fala sobre a importância da parceria entre família e escola

Com o início de mais um ano letivo, pais e responsáveis devem ficar atentos à vida escolar das crianças e adolescentes. Mas você sabia que a parceria entre família e escola não é apenas para garantir boas notas? Ela é fundamental para o desenvolvimento do aluno como um ser global (físico, socioemocional e cognitivo). A professora do curso de Pedagogia, Flávia Dornelas, explicou o porquê no programa Fala Mulher, da Rádio Carijós. Confira a entrevista: 1. Por que falar sobre parceria entre escola e família é tão importante nos dias de hoje? Essa questão é muito discutida no curso de Pedagogia. É comprovado que o aluno desenvolve melhor, aprende melhor, cria autonomia, segurança e motivação quando se tem essa parceria entre a família e a escola. Saber que a família está com ele o tempo todo faz uma criança segura e autônoma, favorecendo a aprendizagem e ajudando no processo de desenvolvimento na escola e no ambiente social. É comum ouvirmos que os pais daquele aluno que mais precisa são os que não vão às reuniões, mas é automático, e a gente já sabe por que a criança precisa. A parceria da família contribui para o desenvolvimento, então é justamente aquele menino que não está se desenvolvendo e não tem o apoio. 2. De que forma essa relação impacta diretamente o desenvolvimento dos alunos? Hoje, falamos do desenvolvimento integral do aluno, da formação como um ser global que precisa desenvolver o seu físico, emocional, socioemocional e cognitivo, e a família é um ponto-chave; ela precisa estar junto. Por exemplo, o dever de casa não é só para ver se o aluno sabe ou não o que foi ensinado; é para ele ter um momento com a família, para a família entender o que está sendo trabalhado dentro da escola. Se não conseguirem realizar uma tarefa, mande um bilhete para a professora explicando que não entendeu. Isso também é um termômetro para o professor. A parceria está nos pequenos detalhes. 3. Quais iniciativas ajudam a aproximar a família do cotidiano escolar? A escola promove diversas ações com o objetivo de estreitar os laços com as famílias, compreendendo que essa parceria é fundamental para o sucesso do aluno. Para que essa colaboração seja efetiva, a participação dos responsáveis deve ocorrer tanto nos momentos de diálogo e gestão, como reuniões pedagógicas, conselhos de classe e projetos escolares, quanto nas celebrações culturais, a exemplo das apresentações de teatro. Além da presença física nesses eventos, é essencial que a família acompanhe o cotidiano escolar por meio dos canais oficiais de comunicação. O monitoramento constante da agenda do aluno, a verificação do e-mail institucional e a interação pelas mídias sociais são práticas indispensáveis para garantir que o suporte ao estudante seja completo e integrado entre o lar e a instituição. É extremamente importante que você converse com seu filho sobre a escola, pois ele pode passar por situações que você não vai perceber se ele não falar. Então, converse, pergunte sobre como foi a escola e também observe reações e atitudes. 4. Qual é o papel da família na construção de hábitos de estudo e disciplina? A rotina é importantíssima, até mesmo para a gente. Quando você cria uma rotina sua pela manhã, você não se perde, e para a criança é a mesma coisa. É importante ter um horário específico para estudar, para fazer o dever de. E nós, adultos, temos que ser o modelo, seguir essa rotina, estar junto deles e participar de reuniões. 5. Como o curso de Pedagogia prepara futuros professores para lidar com essa mediação entre escola e família? Trabalhamos tanto a teoria quanto a prática com os nossos alunos. Eles também têm projetos de extensão e prática pedagógica referentes a quase todas as disciplinas do curso, que são complementação da carga horária. Eles vão até a escola, já têm contato com os alunos, fazem alguns trabalhos e desenvolvem atividades técnicas, além dos estágios, que, a partir do 5º período, já passam a realizar. 6. Quais habilidades o pedagogo precisa desenvolver para fortalecer esse vínculo? Na Pedagogia, trabalha-se muito com essa parte mais humanizada, o contato direto dos estudantes com os alunos e professores das escolas, tanto públicas quanto privadas. E, assim, eles vão desenvolvendo essas habilidades. Há um livro de Philippe Perrenoud que fala sobre as dez competências para o professor do século XXI. E uma dessas habilidades é justamente a de conseguir trazer os pais e a comunidade para a escola. E o que ele precisa desenvolver para isso? Comunicação eficaz, empatia, liderança e mediação de conflitos. Se o aprendizado e o desenvolvimento de crianças e adolescentes são assuntos que despertam interesse em você, venha estudar Pedagogia na UNIPAC Lafaiete. Últimos dias para você se inscrever no vestibular ou ingressar pela nota do Enem. Acesse o site https://unipac.br/vestibular/
UNIPAC Barbacena marca presença em lançamento de obra jurídica na OAB

O UNIPAC Barbacena esteve presente no lançamento do livro “Direito, Democracia e Inovação”, realizado na última quinta-feira (5), às 19h, na sede da OAB Barbacena. A instituição foi representada pelo autor Nelton José Araújo Ferreira, que integra a coletânea, por Renato Júnior, do Marketing, e pela diretora acadêmica do UNIPAC Barbacena, professora Sarah Russo, que prestigiou o evento e reforçou o compromisso da instituição com a produção científica e a formação jurídica de excelência. O lançamento reuniu profissionais do Direito, pesquisadores, docentes e estudantes, celebrando a publicação coletiva que reúne capítulos escritos por diversos autores, entre eles Amanda Cristina de Oliveira, Ana Cristina Silva Iatarola, Cristina Prezoti, Débora Maria Gomes Messias Amaral, Delma Gomes Messias, Fernando Antônio Mont’Alvão do Prado, Gustavo Bianchetti Lima Gama, Gustavo de Andrade, Gustavo Ferreira de Souza, Hugo Viol Faria, Iara Maria Reis Tavares, Marcos Sampaio Gomes Coelho, Matheus Eduardo Rhemann Dias da Silva, Paulo Henrique Rodrigues Moisés, Pedro Henrique Morgado de Sá, Rafael Cimino Moreira Mota, Suellen Silva Pereira Viol, Taynára Ketlen de Oliveira Nascimento e Nelton José Araújo Ferreira. O livro “Direito, Democracia e Inovação” reúne textos de diversos professores, juristas, pesquisadores e profissionais ligados ao Direito, que registram suas experiências, reflexões e contribuições para a formação jurídica contemporânea. A obra reforça a importância da prática jurídica, da pesquisa e da atuação extensionista como elementos essenciais para transformar a sociedade por meio da advocacia e do ensino. Entre autores e colaboradores, estão presentes docentes e representantes do UNIPAC:
Mesa-Redonda “Cultura, Memória e Patrimônio” – Projeto de Extensão FUPAC Baependi

A FUPAC Baependi realizou, no dia 25 de novembro, às 19h30, uma inspiradora mesa-redonda promovida pelo Projeto de Extensão dos cursos de Pedagogia e Administração. O encontro, que teve como temática Cultura, Memória e Patrimônio, proporcionou aos participantes um momento de aprendizado, reflexão e diálogo sobre a importância da preservação cultural e das identidades locais. O evento contou com a presença de convidados especiais que enriqueceram significativamente o debate: Sérgio Serva Rocha, historiador, arqueólogo e pesquisador; Flávia Pelúcio de Lara, turismóloga com ampla experiência em cultura e patrimônio; e Ana Cristina Ribeiro, Guia de turismo nacional e regional, administradora e especialista em turismo religioso e turismologia. As fotos registram os momentos marcantes dessa noite de troca de saberes e integração acadêmica. Confira abaixo a galeria completa e reviva um pouco do que foi esse importante encontro para nossa comunidade acadêmica.
Alunos do curso de Direito promovem ações voltadas à consciência ambiental

O curso de Direito do UNIPAC Barbacena, por meio do Projeto de Extensão Universitária “Projeto Caipora”, desenvolveu ao longo do primeiro semestre de 2025 uma série de ações voltadas à promoção da consciência ambiental junto à comunidade acadêmica e instituições locais. A iniciativa, inspirada na figura mitológica indígena que protege as florestas, teve como foco a educação ambiental e a gestão adequada de resíduos sólidos, abordando práticas como destinação correta, reutilização, descarte responsável e reciclagem. Entre as atividades realizadas, destacaram-se oficinas educativas, palestras com convidados externos, visitas a escolas, ações de arrecadação de materiais recicláveis e produções de relatórios e entrevistas. Como resultado, os discentes do 1º período A e B do curso de Direito puderam desenvolver um sólido aprendizado sobre os direitos e deveres ambientais, compreender a importância da sustentabilidade e aplicar esse conhecimento em ações concretas, contribuindo também com a coleta de um expressivo volume de material reciclável.A experiência demonstrou o potencial transformador da extensão universitária, promovendo não apenas o aprendizado acadêmico, mas também o engajamento social e ambiental. Com base nos resultados obtidos, o Supervisor do Projeto Caipora, Professor Lucas Garcia, e o Coordenador da Extensão Universitária, Professor Paulo Afonso, planejam novas ações para o próximo semestre, com o objetivo de ampliar seu impacto e envolver ainda mais setores da comunidade.
Docentes e alunos do UNIPAC Barbacena publicam artigos científicos na área de Odontologia

Dois importantes artigos científicos acabam de ser publicados por professores e alunos do curso de Odontologia do Centro Universitário Presidente Antônio Carlos (UNIPAC Barbacena), reforçando o compromisso da instituição com a pesquisa e o avanço do conhecimento na área da saúde. O primeiro trabalho, intitulado “Uso da toxina botulínica tipo A no tratamento da disfunção temporomandibular”, foi desenvolvido pelo professor Dr. Luiz Eduardo Meireles Mayrink em parceria com Jorge Vitor Siqueira Costa e Lucas Varid Duarte Auad, além de estudantes do curso. O estudo aborda a aplicação terapêutica da toxina botulínica tipo A no manejo das disfunções temporomandibulares (DTM), tema de grande relevância na especialidade de Harmonização Orofacial (HOF). Já o segundo artigo, também conduzido pelo professor Dr. Luiz Eduardo Meireles Mayrink, contou com a colaboração das professoras Ana Karoline Eugênio Saragiotto, Eduarda Aparecida Ferreira de Rezende Ribeiro e Francielle Bittencourt Coelho, juntamente com acadêmicas do curso. O trabalho, denominado “Manejo do paciente cardiopata frente ao atendimento odontológico”, trata dos cuidados necessários no atendimento odontológico a pacientes com doenças cardiovasculares, contribuindo para a prática clínica segura e embasada em evidências.
IV Pedal da Fé reúne mais de 300 participantes em celebração à fé e solidariedade

Com a participação expressiva de ciclistas e corredores, o IV Pedal da Fé foi realizado com grande sucesso na sexta-feira, 27 de junho. O trajeto teve início na sede do Corpo de Bombeiros e seguiu até a Basílica, onde foi realizada a bênção dos participantes, seguida da celebração da missa. O passeio ciclístico é organizado pela Paróquia do Sagrado Coração de Jesus, em parceria com a UNIPAC Lafaiete e a Bike Shop Avelar/Drumond. A diretora acadêmica da UNIPAC Lafaiete, Ana Carolina Chaves Ferreira, lembrou que o projeto Pedal da Fé teve sua primeira edição em 2022, por iniciativa do diretor administrativo da época, e foi recebido com entusiasmo pelo querido padre Eudes, pároco da Basílica: “Nesta quarta edição, tivemos ainda mais participantes e maior envolvimento da comunidade, confirmando que já é um evento consolidado em Lafaiete. Para a UNIPAC, representa muito mais do que o sucesso de um projeto de extensão e do compromisso com nossa responsabilidade social. É, sobretudo, uma celebração da fé e da devoção ao Sagrado Coração de Jesus, juntamente com os lafaietenses”. O orgulho pelo sucesso do evento também foi compartilhado pelo atual diretor administrativo, Marco Antônio Silva: “Manifesto a grande satisfação da UNIPAC Lafaiete em participar de tão grandioso evento, exatamente no dia comemorativo da consagração do Sagrado Coração de Jesus. Para nós, é uma honra estar ao lado de parceiros como a Paróquia e a Bike Shop. A quarta edição demonstra o sucesso do Pedal da Fé. Agradeço aos mais de 300 atletas, à Polícia Militar, ao Corpo de Bombeiros – que garantiram a segurança durante o evento – e aos demais parceiros. Muito obrigado a todos”. Para o pároco da Basílica Sagrado Coração de Jesus, padre Euder Monteiro, o IV Pedal da Fé foi um momento muito rico: “Nos levou a experimentar a alegria de estar junto e de se exercitar num espírito sadio de convivência e de fraternidade, além de marcar mais uma edição deste evento que une esporte e fé e envolve a família inteira”. Gustavo Drumond, da Bike Shop Avelar/Drumond, fez agradecimentos: “Eu e toda a nossa equipe agradecemos imensamente a todos que participaram do nosso tradicional Pedal da Fé! Já estamos no quarto ano consecutivo e é emocionante ver como o evento cresce a cada ano, reunindo mais ciclistas, fé e união. O carinho e a energia de cada um tornam esse momento ainda mais especial. Seguimos pedalando juntos com gratidão no coração. E já adiantamos: estamos preparando um evento ainda mais especial para o próximo ano”. O evento contou com o apoio da Prefeitura Municipal, Corpo de Bombeiros, Guarda Municipal, Copasa, Espaço Católico Padre Pio, Supermercado Brasil, Academias Mais Fit e Villa Rica Complexo de Lazer. Com a inscrição solidária, foram arrecadados diversos quilos de alimentos não perecíveis, que serão doados a instituições da cidade.
Curso de Direito da UNIPAC Nova Lima conquista nota 4 de excelência no MEC

Instituição celebra reconhecimento de qualidade e abre inscrições para o vestibular 2025.2 com bolsas de até 100% A UNIPAC Nova Lima comemora uma importante conquista: o curso de Direito da instituição recebeu nota 4 na avaliação do Ministério da Educação (MEC), um reconhecimento que atesta a excelência do ensino oferecido. A nota, que vai de 1 a 5, é atribuída com base em critérios como infraestrutura, corpo docente, projeto pedagógico e desempenho dos alunos. A pontuação obtida pela UNIPAC Nova Lima posiciona o curso entre os melhores do país na área. De acordo com o MEC, a nota 4 representa um nível de qualidade acima da média, refletindo o compromisso da instituição com a formação acadêmica sólida, ética e voltada às necessidades do mercado jurídico atual. A avaliação é parte do rigoroso processo de supervisão e regulação da educação superior no Brasil, sendo um dos principais indicadores de excelência reconhecidos nacionalmente. Para a direção da UNIPAC Nova Lima, o resultado é motivo de orgulho. Em declaração oficial, a direção celebrou a conquista: “Receber a nota 4 do MEC é um reflexo do trabalho conjunto de nossos professores, alunos e equipe administrativa. É o reconhecimento de um ensino sério, comprometido e alinhado às transformações da sociedade. Estamos preparados para formar profissionais éticos, críticos e capacitados para os desafios do Direito no século XXI.” A instituição também anunciou que estão abertas as inscrições para o vestibular 2025.2, com a possibilidade de bolsas de até 100% de desconto, conforme o regulamento da campanha vigente. A oportunidade é ideal para quem deseja ingressar em uma formação jurídica de qualidade comprovada, em uma estrutura moderna e com professores altamente qualificados.