Grupo Educacional Fupac/Unipac

Egressas do UNIPAC Barbacena têm artigo científico publicado em revista com classificação Qualis A3

As egressas Daiane, Joelma e Sônia, do curso de Fisioterapia do UNIPAC Barbacena, conquistaram mais um importante reconhecimento acadêmico com a publicação de um artigo científico em periódico nacional de relevância na área da educação e da saúde. O trabalho, intitulado “Comparação de diferentes abordagens fisioterapêuticas para o tratamento do encurtamento muscular não cirúrgico de isquiotibiais”, é resultado do Trabalho de Conclusão de Curso (TCC) desenvolvido pelas ex-alunas durante a graduação. A pesquisa foi orientada pela professora Tamara Silva e destaca a importância da produção científica ainda na formação acadêmica. O artigo foi publicado na Revista Projeção e Docência, um periódico científico de fluxo contínuo, disponibilizado exclusivamente em formato eletrônico e reconhecido pela qualidade editorial. A revista possui classificação Qualis-CAPES A3 no quadriênio 2021–2024, um indicador que atesta o rigor científico e a relevância das publicações. De acordo com a professora Tamara Silva, a publicação representa um motivo de grande satisfação e orgulho para a instituição e para as autoras, evidenciando o compromisso do curso com a pesquisa e com a formação de profissionais qualificados.

UNIPAC Barbacena recebe selo “Escola que Acolhe” por participação na Campanha Chuva de Pelúcias 2025

O UNIPAC Barbacena foi reconhecido com o selo “Escola que Acolhe”, concedido pelo Servas em parceria com o Governo de Minas Gerais, em virtude da participação na Campanha Chuva de Pelúcias 2025. A iniciativa teve como objetivo mobilizar a comunidade acadêmica para a arrecadação de pelúcias novas, destinados a crianças em situação de vulnerabilidade social atendidas por instituições cadastradas. Mais do que uma ação solidária, a campanha promoveu valores essenciais como empatia, generosidade e responsabilidade social entre nossos alunos. O UNIPAC contou com o engajamento das ligas acadêmicas LAPPN, LAROE, LAMIH e LASAMDH na campanha. Durante o mês de novembro, alunos e colaboradores se envolveram ativamente na mobilização, culminando em um momento simbólico e emocionante: a “chuva de pelúcias”. De acordo com o regulamento da campanha, as instituições participantes receberam o selo ESG “Escola que Acolhe”, como forma de reconhecimento pelo impacto social gerado. A certificação reforça o compromisso institucional com práticas alinhadas aos princípios de responsabilidade social e formação cidadã. A cerimônia de entrega do selo foi realizada no Palácio da Liberdade, em Belo Horizonte, no dia 08 de abril de 2026. “Além de beneficiar diretamente crianças atendidas por entidades assistenciais, essa campanha também contribuiu significativamente para o desenvolvimento do protagonismo infantil e para a consolidação de uma cultura de solidariedade. Receber esse reconhecimento reafirma o papel do UNIPAC Barbacena como agente transformador da sociedade, ao promover não apenas a educação, mas também a formação de cidadãos mais conscientes, solidários e comprometidos com o bem coletivo”, destacou a diretora acadêmica do UNIPAC Barbacena, professora Sarah Russo.

UNIPAC Uberaba promove 2º Encontro Cultural com debate entre Psicanálise e Direito Penal

A UNIPAC Uberaba realizou, no dia 8 de abril de 2026, o 2º Encontro Cultural do ano, iniciativa que integra um projeto institucional promovido mensalmente com o objetivo de fomentar a integração acadêmica e cultural, além de proporcionar momentos de reflexão, aprendizado e troca de experiências entre a comunidade acadêmica e o público externo. A noite acadêmica foi marcada por um debate interdisciplinar que utilizou o filme A Acusação (Les Choses humaines, 2021) como ponto de partida para discutir a complexidade do crime de estupro e a subjetividade do consentimento, sob as perspectivas da psicanálise freudiana e do Direito Penal. Durante o encontro, a psicanalista Denise Moratelli destacou que, na visão de Sigmund Freud, a sexualidade humana não deve ser compreendida apenas como um instinto biológico mecânico, mas como uma pulsão mediada pela fantasia e pelo desejo inconsciente. Segundo ela, no filme, o comportamento do personagem Alexandre reflete uma visão de sexualidade influenciada por uma identidade narcísica e por heranças familiares associadas ao poder e à validação social. A especialista ressaltou ainda que, enquanto para o agressor o ato pode ser interpretado como uma forma de sedução ou conquista, para a psicanálise a imposição do desejo sobre um sujeito sem defesas representa um trauma psíquico, evidenciado no sofrimento e no relato da vítima. Também participante do encontro, o professor Glays Marcel Costa explicou que o Direito Penal busca estabelecer a chamada “verdade factual” para tipificar o crime, com base no Artigo 213 do Código Penal, que define o estupro como constranger alguém, mediante violência ou grave ameaça, à conjunção carnal ou à prática de ato libidinoso. O debate evidenciou a tensão entre o modelo tradicional de coação, que exigia resistência física da vítima, e os novos parâmetros de consentimento. A ausência de uma negativa explícita, muitas vezes decorrente de estado de choque ou da influência de substâncias como álcool e drogas, pode ser utilizada pela defesa para gerar dúvida razoável durante o julgamento. De acordo com os palestrantes, enquanto o Direito busca a chamada “verdade real” baseada em provas objetivas, a psicanálise procura compreender a “verdade do sujeito”, relacionada à experiência subjetiva de violação. No contexto apresentado pelo filme, o conflito surge justamente quando o sistema jurídico tenta mensurar, por meio de evidências concretas, uma vivência essencialmente subjetiva.

Trilhas de Futuro VI: começam cursos técnicos em Serviços Jurídicos e Veterinária

Foi dado o start para os cursos do Trilhas de Futuro VI no Centro Técnico Profissional (CTP), da UNIPAC Lafaiete. Na terça-feira, dia 7 de abril, tiveram início as aulas dos cursos Técnico em Veterinária e Técnico em Serviços Jurídicos. Na recepção dos novos alunos, a diretora acadêmica Ana Carolina Chaves Ferreira, a coordenadora do Trilhas de Futuro, Camila Dias, e a secretária do curso, Sabrina Stevan, acolheram os estudantes e repassaram informações importantes sobre os cursos. Os alunos do curso Técnico em Serviços Jurídicos participaram de uma palestra com o professor Thiago Nunes, que abordou a importância do técnico para os tribunais e sua contribuição para a Justiça. Ele também destacou o mercado de trabalho, a estrutura da instituição e a qualidade do ensino e do corpo docente. Já os estudantes do curso Técnico em Veterinária acompanharam a apresentação da professora Ivana Siqueira, que explicou as diferentes áreas de atuação na profissão. Após a palestra, os alunos participaram de uma visita técnica à Policlínica Veterinária da UNIPAC Lafaiete. Sejam bem-vindos aos novos alunos e aproveitem essa jornada de aprendizado!

Curso de Biomedicina da UNIPAC Lafaiete participa de evento do Dia Mundial da Saúde

O curso de Biomedicina da UNIPAC Lafaiete marcou presença no evento promovido pela Prefeitura, que contou com caminhada, atividades de dança e outras ações em saúde. O curso ofereceu à comunidade serviços gratuitos de aferição de pressão arterial e medição de glicose. E foi realizada a exposição e explicação sobre algumas parasitoses e arboviroses. Este ano a OMS trouxe como tema “Juntos pela ciência”. A campanha da OMS foca no poder da colaboração científica, na abordagem de “Uma Só Saúde” (saúde humana, animal e ambiental) e na necessidade de transformar evidências em políticas públicas. Está ação reforça a importância da prevenção e do acompanhamento da saúde no dia a dia. Parabenizamos todos os envolvidos por levarem conhecimento, cuidado e atenção à população! 👏🩺

Mulheres da UNIPAC Lafaiete falam sobre a importância de estarem em espaços acadêmicos e profissionais

Aluna, professoras e egressas da UNIPAC Lafaiete participaram, no dia 26 de março, do programa Fala Mulher, da rádio Queluz. Em entrevista à jornalista Kátia Matos, elas abordaram o tema “A importância da presença da mulher em espaços acadêmicos e profissionais”. Cada entrevistada trouxe suas percepções nas áreas de Biomedicina, Direito, Engenharia Civil e Pedagogia. Confira: 🔬 Liderança feminina na Biomedicina Amanda Mendes Santos, professora do curso de Biomedicina: “Sempre fui apaixonada pelo estudo da Biologia, voltado para a saúde humana, desde a parte microscópica, como o estudo de células e bactérias, até o funcionamento do organismo. Isso me motivou a estar em contato diário com aquilo que me ‘faz brilhar os olhos’. Durante a graduação, percebi o desejo de continuar estudando e também de compartilhar conhecimento, e foi assim que segui o caminho da docência. Minha maior inspiração profissional é minha mãe, que também é professora. Ao longo da minha trajetória acadêmica, tive grandes referências, como a professora de Biologia do ensino médio e docentes da graduação, que me apoiaram e mostraram caminhos possíveis. Hoje, tenho muito orgulho de chamá-las de colegas de profissão. Sobre a presença feminina na área, a Biomedicina sempre contou com forte participação de mulheres, o que demonstra o quanto temos ocupado espaços relevantes na ciência e na saúde. É importante destacar o protagonismo da mulher biomédica, que cada vez mais assume posições de liderança, como responsáveis técnicas de laboratório, gestoras de clínicas e coordenadoras de curso. Por ser um curso majoritariamente feminino, as barreiras acabam sendo mais sutis. Ainda assim, acredito que o principal desafio seja conciliar a vida profissional e pessoal. Nós, mulheres, somos muito cobradas — e também nos cobramos — em relação à casa, aos filhos e ao trabalho. Isso pode gerar sobrecarga e, muitas vezes, nos faz deixar de lado nossas próprias necessidades. Por isso, é importante aprender a equilibrar essas demandas e entender que está tudo bem não dar conta de tudo o tempo todo.” 🏗️ Construindo espaço na engenharia Rayane Mendes, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Desde muito nova, sempre tive interesse pela área da arquitetura, especialmente pela parte de decoração. Com o tempo, fui amadurecendo essa ideia até conhecer a Engenharia Civil, que me apresentou um campo mais amplo. Percebi, então, que, além de decorar, eu queria construir. Sempre contei com o apoio da minha família, principalmente em relação ao meu futuro e crescimento profissional. Atuar em uma área majoritariamente masculina é, sem dúvida, desafiador. De forma direta, nunca sofri preconceito, mas percebo olhares e certa desconfiança, por exemplo, quando apresentamos uma proposta a um cliente. Além de sermos mulheres, há também a questão da idade, já que somos jovens na profissão. Por isso, é fundamental transmitir confiança, demonstrar capacidade técnica e reforçar que gênero e idade não definem competência. É um processo constante, especialmente em um cenário ainda predominantemente masculino. Observamos um aumento significativo de mulheres na Engenharia Civil. No entanto, muitas vezes, mesmo após concluírem a formação, elas precisam se provar mais, trabalhar mais e, por vezes, até estudar mais para alcançar espaços que já deveriam ser naturalmente acessíveis. Além disso, acumulam diferentes funções e nem sempre conseguem equilibrar vida profissional e pessoal.” Keity Marques, egressa do curso de Engenharia Civil e sócia do escritório KYM BIM e Engenharia: “Escolher a Engenharia Civil teve, para mim, um significado muito emocional. Meu avô foi mestre de obras, e eu cresci visitando casas, apartamentos e prédios que ele ajudava a construir, vivenciando esse universo no dia a dia. Ele teve uma influência muito importante na minha decisão. Sempre contei com o apoio da minha família, especialmente por estar seguindo esse caminho. Em relação ao preconceito, ele nem sempre é explícito, mas se manifesta em pequenas situações do cotidiano. Diante disso, buscamos sempre agir com profissionalismo e demonstrar nosso conhecimento na prática. Ser jovem não significa falta de preparo. Somos formadas por uma instituição reconhecida, tivemos uma formação de qualidade e estamos capacitadas para desenvolver nosso trabalho com responsabilidade. Uma grande inspiração para mim é a coordenadora do curso de Engenharia Civil, Tatiana Rodrigues. Sempre foi uma profissional muito dedicada, disposta a ajudar e orientar. Além disso, nos apresentou uma visão realista do mercado de trabalho. Ela nos mostrou, na prática, que as mulheres podem ocupar todos os espaços dentro da engenharia, que é uma área ampla e cheia de possibilidades.” 📚 Força feminina na educação Angélica Olinda Maciel do Nascimento, aluna do 7º período do curso de Pedagogia: “Sempre acreditei que a educação tem o poder de transformar vidas. Escolhi a Pedagogia porque percebi que queria fazer parte desse processo, contribuindo para o desenvolvimento das pessoas desde a infância. No início, é natural sentir insegurança, já que é uma decisão importante, mas tive o apoio da minha família e dos amigos, o que fez toda a diferença para seguir com mais confiança. A Pedagogia é uma área com predominância feminina e, por isso, ainda enfrenta alguns preconceitos, especialmente por conta de uma visão antiga de que cuidar e educar seriam funções exclusivamente femininas. No entanto, essa realidade vem mudando, à medida que cresce o reconhecimento da importância da educação e da necessidade de profissionais qualificados, independentemente do gênero. A presença feminina nos espaços acadêmicos e profissionais é fundamental, pois agrega sensibilidade, olhar humano e competência. Ao longo da minha trajetória, tive referências muito importantes, como Vanessa Tavares, coordenadora do curso de Pedagogia da UNIPAC, e Ana Carolina Chaves Ferreira, diretora acadêmica, de quem tive a oportunidade de ser aluna. Hoje, também trabalho com Ivonei, diretora e proprietária do Colégio Monteiro Lobato, que sempre digo ser uma grande inspiração. São mulheres que admiro pela dedicação e pela forma como conduzem a educação com responsabilidade. Conviver com essas profissionais me proporciona aprendizados constantes, tanto na vida profissional quanto pessoal. Observar como enfrentam desafios, lideram equipes e mantêm o compromisso com a educação me motiva a evoluir e acreditar no meu potencial. Essas referências fortalecem minha caminhada na Pedagogia e

Alunos do curso de Direito fazem visita técnica ao Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais

No dia 30 de março, os alunos da UNIPAC Lafaiete participaram de uma enriquecedora visita técnica ao Ministério Público do Trabalho de Minas Gerais (MPT/MG), em Belo Horizonte, sob a coordenação dos professores Wagner Miranda e Ane.Durante a atividade, os estudantes tiveram a oportunidade de conhecer de perto o funcionamento da instituição, entender a dinâmica das atividades desenvolvidas e tirar dúvidas com profissionais da área. Uma experiência que aproxima a teoria da prática e fortalece a formação acadêmica.A visita contribuiu para ampliar a visão dos alunos sobre o mercado de trabalho e as possibilidades da carreira jurídica, além de estimular o senso crítico e o olhar profissional.Iniciativas como essa reforçam o compromisso da UNIPAC Lafaiete com um ensino de qualidade, que conecta conhecimento e vivência real.

Engenheiro Civil formado pela UNIPAC Lafaiete é responsável técnico na obra do novo Meridional

Uma obra grandiosa vem chamando a atenção em Lafaiete: a construção do novo Campo do Meridional. E um dos profissionais que está atuando neste empreendimento é o egresso do curso de Engenharia Civil da UNIPAC Lafaiete, Cristiano Azi de Morais. CEO da Azi Engenharia e responsável técnico na Construtora Projetto, ele contou como é trabalhar neste projeto, que une esporte, convivência e o fortalecimento do comércio local. 1. Como é para você trabalhar no projeto do Meridional? Está sendo uma experiência muito especial para mim, tanto profissional quanto pessoal, pois eu treinei nas categorias de base do clube. Então, voltar como engenheiro, participando da revitalização desse espaço, tem um significado muito grande. No dia a dia da obra, enfrentamos muitos desafios técnicos, planejamento de execução e coordenação de equipes, mas, ao mesmo tempo, é muito gratificante ver o projeto evoluindo e perceber que estamos contribuindo para transformar um espaço que faz parte da história da cidade. Para mim, é uma satisfação muito grande poder participar desse processo. 2. Como é a sua atuação na obra? Atuo como engenheiro responsável técnico pela construtora que executa a obra. Minha função é acompanhar diretamente a execução dos serviços em campo, garantindo que cada etapa esteja sendo realizada conforme os projetos, as normas técnicas e os critérios de qualidade e segurança. Faço o acompanhamento das equipes, a organização das frentes de trabalho e a verificação das etapas executadas, além de participar das decisões técnicas que surgem ao longo da execução. Eu costumo dizer que engenharia com presença faz toda a diferença. Estar na obra, acompanhar de perto o que está sendo feito e entender a realidade do canteiro permite tomar decisões mais assertivas e garantir que o projeto seja executado da melhor forma possível. 3. Quais são os seus maiores desafios? Um dos maiores desafios tem sido lidar com as adaptações que surgem ao longo do desenvolvimento de uma obra desse porte. É um projeto que vem sendo desenvolvido há alguns anos e, ao longo desse período, ocorreram algumas alterações, além de mudanças em normas e exigências construtivas, o que impacta diretamente na execução. Outro ponto importante é a compatibilização entre os diferentes projetos, porque muitas vezes, no papel, tudo parece funcionar bem, mas, na realidade da obra, surgem situações que precisam ser ajustadas. Além disso, a atenção constante à segurança no canteiro é sempre uma prioridade, principalmente em atividades como trabalho em altura e outras frentes que exigem cuidados ainda mais rigorosos. 4. Quais os seus maiores aprendizados? Um dos grandes aprendizados tem sido entender a importância da comunicação, da paciência e da troca de conhecimento com cada colaborador da obra. Muitas vezes, é necessário explicar, orientar e alinhar os detalhes da execução para que aquilo que está no projeto seja executado de forma segura e correta no campo. Com o tempo, percebe-se que bons resultados na obra passam muito por uma comunicação clara e pelo respeito ao trabalho de cada profissional envolvido no processo. 5. Qual avaliação você faz da obra? Avalio como um empreendimento muito importante para a cidade. É um projeto de grande porte, desenvolvido há alguns anos, que nasceu de uma excelente parceria entre o Meridional e o investidor, Sr. Robson. Com a chegada da Arena 7, o espaço também ganhou um novo propósito, voltado ao esporte e à convivência da comunidade. Sem dúvida, é uma das obras privadas mais expressivas realizadas recentemente em Lafaiete. 6. Como seus conhecimentos adquiridos na UNIPAC Lafaiete contribuem para seu trabalho atualmente? A faculdade foi fundamental para construir a base técnica da engenharia e desenvolver o raciocínio para análise de projetos e soluções construtivas. No dia a dia da obra, esse conhecimento contribui significativamente na interpretação dos projetos e na tomada de decisões técnicas durante a execução. 7. Na sua opinião, o que uma obra de grande porte como essa representa para a cidade? E para seu currículo profissional? Uma obra desse porte representa desenvolvimento e valorização para a cidade, principalmente por revitalizar um espaço tradicional e dar um novo uso à área. Para mim, profissionalmente, é uma experiência muito importante, pois participar de um empreendimento dessa dimensão agrega aprendizado e fortalece minha trajetória na engenharia. 8. Suas considerações. É um projeto muito importante para a cidade, que une investimento, planejamento e uma nova proposta de utilização do espaço. A expectativa é que se torne um importante ponto de esporte, convivência e também de fortalecimento do comércio local em Conselheiro Lafaiete. Estude Engenharia Civil na UNIPAC Lafaiete. Acesse: https://unipac.br/engenharia-civil-lafaiete/ e saiba mais sobre o curso.

Coordenadoras da UNIPAC Lafaiete participam do STEM Day e reforçam compromisso com a inovação na Engenharia

As coordenadoras dos cursos de Engenharia da UNIPAC Lafaiete, Luciana Margotti e Tatiana Rodrigues, participaram do STEM Day, realizado na SME – Sociedade Mineira de Engenharia, no dia 26 de março. A presença no evento reforça o compromisso institucional com a qualidade da formação acadêmica e com a aproximação dos estudantes às tendências e demandas do mercado tecnológico. O STEM Day é uma iniciativa voltada à valorização e à difusão das áreas de Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática — do inglês Science, Technology, Engineering and Mathematics (STEM) —, destacando sua relevância estratégica para o desenvolvimento social, científico e econômico. A proposta do evento é promover a integração entre conhecimento teórico e prática profissional, estimulando:• o interesse dos estudantes pelas áreas STEM;• a compreensão da aplicabilidade dessas disciplinas no cotidiano;• o desenvolvimento do pensamento crítico, da inovação e da resolução de problemas;• a formação de profissionais qualificados para atuar em um cenário cada vez mais tecnológico e interdisciplinar. A participação das coordenadoras evidencia o engajamento da UNIPAC em iniciativas que fortalecem a educação em Engenharia e ampliam as oportunidades de aprendizado e desenvolvimento para seus alunos.

UNIPAC Lafaiete encerra Mês da Mulher com palestra sobre valorização, vivências e enfrentamento à violência

Encerrando as comemorações do Mês da Mulher, a UNIPAC Lafaiete realizou, na segunda-feira, dia 30 de março, a palestra “Mulheres: homenagem, memória e luta”. O evento contou com a participação da advogada Maria Victória de Oliveira Rodrigues Nolasco, de Márcia Aparecida Rocha, da Associação de Afrodescendentes Alforria, e da psicóloga Rayane Pimenta, abordando temas como autoestima, valorização, vivências e violência. A advogada Maria Victória de Oliveira Rodrigues Nolasco trouxe reflexões sobre a violência contra a mulher, citando casos recentes e experiências vivenciadas em sua trajetória pessoal e profissional. Maria Victória destacou que sua fala teve como objetivo mostrar que é fundamental ir além da legislação: “A lei atua depois que a violência acontece. É preciso estar atenta aos sinais, reconhecer situações abusivas e buscar meios de se proteger”. Ela também reforçou a importância da denúncia, lembrando que, em Conselheiro Lafaiete, há Delegacia da Mulher e que o canal 180 está disponível para atendimentos. Márcia Aparecida Rocha, da Associação de Afrodescendentes Alforria, apresentou o trabalho desenvolvido pela entidade no resgate do movimento e compartilhou vivências acompanhadas pela instituição. Durante sua participação, destacou que as realidades das mulheres são diversas e atravessadas por fatores como raça e contexto social. Ela ressaltou ainda que, para os futuros profissionais — em especial os estudantes presentes, em sua maioria do curso de Psicologia —, é essencial considerar essas diferenças no atendimento e na atuação. Também abordou questões relacionadas à autoestima e ao fortalecimento das mulheres por meio de movimentos sociais, arte e cultura. A psicóloga Rayane Pimenta trouxe uma abordagem voltada à saúde emocional, destacando aspectos recorrentes observados em suas pacientes, como a autocrítica constante, a dificuldade em reconhecer o próprio valor e a necessidade de dar conta de múltiplas demandas. Segundo ela, embora a autocrítica possa ser importante, em excesso pode se tornar prejudicial. Nesse sentido, reforçou a importância de desenvolver um olhar mais acolhedor sobre si mesma, considerando que a sociedade já impõe muitas cobranças às mulheres. Outro ponto abordado foi a tendência de valorizar apenas o que não foi realizado, desconsiderando as conquistas do dia a dia. Para a psicóloga, é necessário reconhecer os próprios avanços e desenvolver um olhar mais gentil sobre a própria trajetória. Ela também destacou a importância do diálogo interno, do enfrentamento do medo e da autossabotagem, além da abertura para novas experiências como forma de ampliar o repertório e fortalecer a autoconfiança. O evento foi realizado em parceria com o Diretório Acadêmico de Psicologia (DAPSI) e o coletivo Kurumim e contou ainda com a venda de pipoca solidária, cuja arrecadação será destinada ao Instituto VemSer. Durante a programação, também foram distribuídas frases de mulheres importantes em diversas áreas para a comunidade acadêmica.