Alunos de Educação Física participam de workshop de Judô durante semana acadêmica

Como parte da programação da Semana da Educação Física, os alunos da UNIPAC Lafaiete participaram de um workshop de Judô, com o tema “Judô e aprendizagem pelo movimento: progressão pedagógica e lúdica no ensino”. A atividade foi conduzida pelo coordenador do curso Educação Física Daniel Vieira Brandão Côrtes de Souza, que compartilhou conhecimentos sobre os fundamentos da modalidade e proporcionou aos estudantes uma experiência prática de aprendizagem. Durante a aula, os alunos tiveram contato com os princípios e movimentos básicos do Judô, aprendendo de forma prática e dinâmica aspectos importantes da modalidade esportiva. A atividade contribuiu para aproximar os estudantes da prática profissional, mostrando diferentes possibilidades de utilização do esporte no contexto da Educação Física e do ensino. A programação da Semana da Educação Física reúne atividades voltadas à formação e à ampliação dos conhecimentos dos estudantes, proporcionando momentos de aprendizado para além da sala de aula.
Quando procurar um psicólogo? Professores da UNIPAC Lafaiete explicam

A participação do curso de Psicologia da UNIPAC Lafaiete, no programa Fala Mulher, da Rádio Queluz, trouxe um tema importante: quando devo procurar um psicólogo? Em entrevista à jornalista Kátia Matos, os professores Ângela Melo e Michel de Rezende Costa explicaram as várias vertentes em que o profissional pode contribuir para as pessoas e também para a sociedade. Kátia: Muitas pessoas acreditam que só devem procurar um psicólogo quando estão em uma crise. Isso é verdade? Michel: Pensamos na crise quando a pessoa está passando por sofrimento psíquico. Mas é interessante perceber que a crise pode estar enraizada em vários processos da vida, no contexto em que ela vive, nas relações que possui e no cotidiano. Viver é um desafio, nossa existência nunca está pronta. O fato de a gente existir é uma crise, no sentido positivo: quando vamos procurar desenvolver habilidades, enfrentar novos desafios, entender que os obstáculos fazem parte da nossa rotina, mas a gente não pode desanimar diante deles. Contudo, existem pessoas que entram em um processo de paralisia diante de várias situações, e isso não é porque são fracas, mas porque estão passando por um momento muito particular e que necessita de diálogo. Nós, da Psicologia, apostamos na palavra enquanto mediação para as situações de conflito. Então, poder conversar sobre determinado ponto, de forma técnica, precisa e de acordo com os fundamentos científicos da Psicologia, ajuda a pensar em novos caminhos e possibilidades. Não é que a Psicologia vai dar uma resposta pronta, mas ela vai ajudar a entender os processos que desencadearam aquela crise. Podemos fazer uma metáfora com um dia de neblina, em que a gente não consegue enxergar longe. O psicólogo vai, nas diversas formas de terapia e psicoterapia, oferecer subsídios para ajudar a pessoa a caminhar nesse processo e a não ficar paralisada. E, além das situações de adoecimento, há outros pontos de contribuição da Psicologia, por exemplo, na orientação profissional e vocacional, no desenvolvimento pessoal, entre outros. Kátia: Quais são os principais sinais de que uma pessoa precisa buscar ajuda psicológica? Ângela: Temos que considerar que o sofrimento é próprio do ser humano. A gente lida com muitas adversidades. Reduzir o trabalho da Psicologia a um momento de crise nos impede de ver a contribuição que ela tem a oferecer em diferentes âmbitos e contextos. A crise tem uma história, tem um processo de construção. O psicólogo vai atuar na prevenção e na identificação das potencialidades desse sujeito antes de chegar a esse momento que a gente chama de crise, que pode ser uma perda, um processo de luto ou a quebra de um vínculo. Então, o psicólogo não vai entrar só nesse lugar de tapar uma ferida ou resolver um problema. Mas, quando pensamos em sinais, é importante considerar: o sujeito está passando por uma experiência que tem causado prejuízos nas suas relações familiares ou no contexto de trabalho? Ele mudou seus hábitos e comportamentos? Costumava realizar atividades e ter satisfação com o trabalho, com as relações familiares, amorosas e sociais, e já não observa mais isso? Você percebe uma alteração significativa, uma angústia ou um sofrimento persistente e duradouro? Esses sinais já indicam a necessidade de um acompanhamento profissional. Kátia: Como diferenciar um momento difícil da vida de uma situação que exige acompanhamento profissional? Michel: Quando há uma modificação brusca na vida e a pessoa começa a sentir prejuízos em relação à sua rotina. Estava acostumada com o ritmo de trabalho, com um contexto familiar, e começa a apresentar um processo de retraimento, distanciamento; às vezes, uma desorganização do pensamento ou um aumento da irritabilidade. A diferença entre o sintoma patológico e aquilo que é uma reação comum no dia a dia é uma linha muito tênue. É como afinar uma corda de um violão: se a gente aperta muito ou afrouxa muito, o som não vai sair da forma adequada. A gente precisa encontrar um equilíbrio. Dessa forma, também costumo comparar a relação entre tristeza e depressão. Por exemplo, no luto ou no término de um relacionamento, é comum atravessar um momento de tristeza, e é muito importante respeitar esse momento. Contudo, existem pessoas que começam a apresentar um nível de sofrimento muito acentuado. É preciso observar, pois é isso que nos possibilita realmente diferenciar. Ângela: Temos que considerar também a intensidade, a persistência e a frequência com que esse sujeito vivencia essa angústia e esse sofrimento. Por exemplo, quando o luto deixa de ser passageiro e se torna uma tristeza contínua e, então, todos os dias essa pessoa se sente assim, prejudicando suas relações e seu trabalho. Além disso, a gente pensa que é muito fácil observar um sinal de que a pessoa precisa de ajuda, mas nem sempre é possível. Muitas vezes, isso ocorre de forma silenciosa. A pessoa não vai dizer ou nem mesmo perceber que necessita de atenção e cuidado. Kátia: O sofrimento emocional sempre se manifesta por meio da tristeza ou existem outros sinais? Michel: Existem outras formas também. Às vezes, a pessoa que pensamos estar em crise é aquela que está com agitação psicomotora, chega chorando, gritando. Mas existem crises que se dão no silêncio, no retraimento, e são imperceptíveis em relação à realidade. É preciso muita sensibilidade para perceber cada uma dessas situações, que representam mudanças bruscas na vida da pessoa e podem indicar que ela está em um nível significativo de sofrimento. Sabemos que todo sentimento é uma reação ao ambiente em que estamos inseridos. Por exemplo, se alguém me provoca raiva, a raiva é um sentimento que faz parte da gente. Isso é uma condição necessária e comunicativa do psiquismo. Contudo, quando isso atinge um nível de gravidade, é preciso pensar em como construir pontes de apoio. Esse é o processo terapêutico, em que vamos trabalhar com a palavra, com o silêncio e com as orientações. Isso vai ajudar a pessoa a organizar estratégias de enfrentamento daquela situação. Kátia: Ansiedade e estresse fazem parte da rotina. Como saber quando eles deixam de ser “normais”? Ângela: A ansiedade, o
UNIPAC premia vencedoras do Concurso de Redação 2026 em Barbacena

A UNIPAC realizou a entrega da premiação do Concurso de Redação 2026 aos alunos da Escola Estadual Professor João Anastácio. A iniciativa reconheceu a criatividade, a dedicação e o talento dos estudantes na produção textual. A cerimônia contou com a participação da diretora acadêmica da UNIPAC, Sarah Russo, responsável pela entrega dos prêmios às vencedoras. O momento também foi marcado pelo incentivo à educação e à valorização da escrita entre os jovens. A estudante Ana Paula de Oliveira Neto conquistou o primeiro lugar e recebeu um notebook. Em segundo lugar, Sthefany Vitória Nunes Damasceno foi premiada com um tablet, enquanto Júlia Gabriely Nascimento de Paula, da Kinoke, ficou com a terceira colocação. A premiação reforça a importância de iniciativas que estimulam os estudantes a desenvolverem a criatividade e suas habilidades de escrita, transformando o talento e a dedicação em novas oportunidades.
UNIPAC Lafaiete premia os vencedores do Concurso de Redação

A UNIPAC Lafaiete realizou a entrega dos prêmios aos vencedores do Concurso de Redação, iniciativa promovida pela Fundação Presidente Antônio Carlos (FUPAC) com o objetivo de incentivar a escrita e reconhecer o talento e o desempenho dos estudantes. O diretor Administrativo, Marco Antônio da Silva, visitou as escolas onde estudam os jovens vencedores para entregar os prêmios e certificados aos alunos que se destacaram na competição. Com 93 pontos, a aluna Aila Giovana da Silva, da escola estadual Gustavo Augusto da Silva, de Catas Altas da Noruega, ficou com o primeiro lugar e recebeu como prêmio um notebook: “Quando soube que tinha ficado em primeiro lugar, fiquei muito feliz. Eu sabia que tinha dado o meu melhor na redação, mas não imaginava que conseguiria ficar entre os três primeiros, muito menos em primeiro lugar. Foi uma sensação de muito orgulho e felicidade, principalmente por ver que todo o meu esforço foi reconhecido”. A estudante também destacou a importância da experiência: “Sou muito grata pela oportunidade e por todo o reconhecimento. Acredito que esse concurso abre portas e traz novas oportunidades. Com certeza, vou levar essa experiência comigo e espero que ela seja apenas o começo de muitas”, afirmou. Já Charles Gabriel Lopes da Silva, da escola estadual Augusto José Vieira, conseguiu 91 pontos na prova e ganhou um tablet: “Eu fiquei muito feliz por saber que consegui ficar entre os primeiros e não imaginava que conseguiria ficar em segundo lugar. Muito obrigado pela oportunidade de ter participado da redação. Achei uma ideia interessante e incentivadora. Acho que outros jovens podem se interessar, como meus amigos”. Pelo segundo ano consecutivo, a escola estadual Geraldo Bittencourt fica no pódio do concurso. A aluna Dandara Ketley de Jesus Candido fez 89 pontos e ganhou um Kindle: “Eu me senti muito satisfeita e reconhecida. Não imaginava que conseguiria o terceiro lugar ou que tiraria tal nota. Mas, quando recebi o resultado, fiquei muitíssimo contente”. O diretor Administrativo da UNIPAC Lafaiete, Marco Antônio da Silva, destacou que a Fundação Presidente Antônio Carlos (FUPAC) promove, todos os anos, o concurso para as unidades, com o objetivo de incentivar a educação e fortalecer o vínculo entre a faculdade e as escolas da região: “Nos sentimos honrados em fazer essa certificação e proporcionar o prêmio aos estudantes”.
Acadêmicas de Pedagogia da UNIPAC Lafaiete desenvolvem atividades inclusivas no CCAE

No dia 28 de agosto, acadêmicas do curso de Pedagogia da UNIPAC Lafaiete participaram de uma ação no Centro de Convivência do Adulto Especial (CCAE), em celebração à Semana Nacional da Pessoa com Deficiência Intelectual e Múltipla, realizada entre os dias 21 e 28 de agosto. Para a atividade, as estudantes planejaram e confeccionaram diversos recursos pedagógicos multifuncionais, desenvolvidos para atender às necessidades das pessoas com deficiência matriculadas no CCAE. Diferentes espaços foram organizados para proporcionar experiências de aprendizagem, socialização e interação. A programação contou com jogos elaborados pelas próprias acadêmicas, além de um momento de recreação com música conduzido pela aluna Joelma. As atividades estimularam a participação, a criatividade, a coordenação motora e a convivência entre os participantes. O evento proporcionou uma tarde de inclusão, aprendizado e troca de experiências. A iniciativa também permitiu que as futuras pedagogas colocassem em prática os conhecimentos adquiridos durante a graduação, fortalecendo sua formação para uma atuação profissional mais inclusiva, sensível e comprometida com a diversidade.
UNIPAC Uberaba promove Encontro Cultural com debate sobre combate à violência de gênero

A UNIPAC Uberaba abriu o segundo semestre com a realização do primeiro Encontro Cultural, reunindo os cursos de Direito e Psicologia em um diálogo sobre o combate à violência de gênero. O encontro proporcionou aos alunos um espaço de reflexão e troca de conhecimentos sobre um tema de grande relevância social, abordando a importância de reconhecer sinais de violência, atuar na prevenção e contribuir para a construção de uma sociedade mais consciente e segura. A programação contou com a participação das palestrantes Sandra Regina de Souza e Fernanda Mendes Salatiel, que compartilharam conhecimentos e experiências com os estudantes. A iniciativa reforça o compromisso da UNIPAC com uma formação que vai além da sala de aula, promovendo o diálogo entre diferentes áreas do conhecimento e preparando profissionais mais conscientes, humanizados e capacitados para contribuir com as transformações da sociedade.
Alunos do Trilhas de Futuro participam de palestra sobre imagem, marca e posicionamento no mercado audiovisual

Os alunos do curso Técnico em Áudio e Vídeo do CTP Barbacena participaram, no dia 1º de setembro, de uma roda de conversa sobre “O Valor da Imagem: Como Construir Posicionamento e Marca no Mercado Audiovisual”. A atividade integrou a Semana do Curso e promoveu um momento de aprendizado e troca de experiências sobre os desafios e as oportunidades do mercado de comunicação e audiovisual. O encontro reuniu profissionais com atuação em diferentes áreas da comunicação e do marketing. Participaram como palestrantes Débora Cristina de Oliveira Mendes, sócia e estrategista de marca na Anansi Agência Criativa; Elisiane Carpegiane Reis Muffato, sócia e estrategista de conteúdo na Anansi Agência Criativa; e Isadora Francesca de Matos, comunicóloga, especialista em Moda, Arte e Cultura pela UFJF e professora do curso Técnico de Áudio e Vídeo. A mediação ficou por conta de Tainara Teixeira, estrategista de Marketing e Branding, especialista em Startups e SaaS e também professora do curso. Durante a programação, os estudantes foram convidados a compreender que a atuação no audiovisual vai muito além do domínio de câmeras, softwares e ferramentas de edição. A imagem também é responsável por construir valor, credibilidade, identidade e narrativas, aspectos fundamentais para quem pretende ingressar ou se consolidar no mercado. Um dos temas abordados foi a identidade visual e a importância da primeira impressão, com discussões sobre o impacto das cores, tipografias e elementos visuais na construção da identidade de um profissional ou de uma produtora. Também foi destacada a relação entre domínio técnico e percepção de qualidade, além da responsabilidade na construção de uma comunicação visual acessível, diversa e livre de estereótipos. Na sequência, a conversa avançou para branding e posicionamento de mercado, mostrando aos alunos que uma marca vai muito além de uma logo. As profissionais falaram sobre como transformar o trabalho de um freelancer ou de uma produtora em uma marca reconhecida e valorizada, destacando ainda a ética, o respeito aos direitos autorais, a postura profissional e a construção de confiança com clientes e público. Outro ponto discutido foi a necessidade de compreender o audiovisual como um negócio, e não apenas como uma atividade técnica. Os estudantes conheceram estratégias para apresentar e valorizar seus trabalhos, organizar portfólios, precificar serviços e demonstrar ao cliente o valor da criatividade, do conhecimento técnico e da estratégia envolvidos em cada projeto. A programação também abordou a importância do networking e do relacionamento profissional, ressaltando a necessidade de criar conexões genuínas com agências, clientes e outros profissionais do setor. A discussão mostrou aos estudantes como a carreira pode evoluir de uma atuação focada apenas na execução para uma perspectiva de gestão de projetos e desenvolvimento de negócios. O encontro ainda contou com um momento aberto para perguntas, no qual os alunos puderam conversar diretamente com as profissionais sobre início de carreira, desafios do mercado, empreendedorismo e oportunidades na área de comunicação e tecnologia, além de conhecer experiências relacionadas à atuação feminina no mercado digital. A palestra reforçou a proposta da Semana do Curso de aproximar os estudantes da realidade profissional e ampliar a visão sobre as possibilidades de atuação após a formação. A programação segue com apresentação de trabalhos no dia 2 de setembro e visita à Rádio 93.3 no dia 3 de setembro, proporcionando novas experiências práticas aos alunos do curso Técnico em Áudio e Vídeo.
Egresso da UNIPAC Lafaiete, Renan Arnoni compartilha trajetória e dicas em palestra sobre empreendedorismo e carreira

Em comemoração ao Dia do Profissional de Educação Física, o Núcleo de Empregabilidade e Carreira (NEC) realizou, no dia 1º/09, uma palestra com o egresso da UNIPAC Lafaiete Renan Arnoni. Personal trainer no início da carreira, Renan hoje é empreendedor no ramo fitness e possui oito academias. O encontro contou com a participação de alunos dos cursos de Educação Física, Administração e Biomedicina. Durante a palestra, Renan apresentou a estrutura de sua empresa e destacou a importância de contar com um bom time para conseguir administrar todas as academias. Ele explicou sua “pirâmide de valores”, mostrando os diferentes modelos de academia que possui atualmente: Studio Personal, Rede Arnoni Fitness e GHGA Fit, voltados para públicos distintos e diferentes faixas financeiras. O empreendedor explicou o valor agregado de cada modelo e os investimentos realizados pelos alunos. Também destacou o momento do mercado fitness, ressaltando a importância de cuidar da saúde e as possibilidades de ganhos para profissionais que atuam como personal trainers. Outro ponto abordado foi a cultura da empresa, que valoriza os funcionários e investe em eventos esportivos, como forma de fortalecer o público e a marca, além de apoiar atletas. Renan também compartilhou orientações sobre carreira e empreendedorismo. Entre as dicas, destacou a importância de, diante de duas oportunidades de trabalho com ganhos semelhantes, escolher aquela em que seja possível aprender mais. Ele ainda deu algumas dicas: Durante a palestra, Renan também abordou temas como importação, mercado fitness, mercado econômico e estruturação de negócios e destacou a importância de estudar e estruturar a empresa antes de iniciar um empreendimento. Ele ainda orientou os estudantes a observar as necessidades de sua própria cidade e pensar em quais negócios poderiam ser criados para atender demandas ainda existentes. A palestra foi marcada pela participação dos alunos, que fizeram perguntas ao empreendedor e também receberam brindes do palestrante.
UNIPAC Barbacena promove Aula Magna sobre planejamento urbano e desenvolvimento da cidade

Os alunos dos cursos de Engenharia Civil e Arquitetura e Urbanismo do UNIPAC Barbacena participaram, na noite desta terça-feira (1º), de uma Aula Magna voltada à discussão sobre o desenvolvimento, o planejamento e a transformação das cidades. Com o tema “Planejamento Urbano de Barbacena (MG): analisando o Plano Diretor Municipal e a REURB”, a palestra foi conduzida por Morgana Santos, no Auditório Santa Tereza. Durante o encontro, os acadêmicos tiveram a oportunidade de ampliar seus conhecimentos sobre planejamento urbano, legislação, regularização fundiária e desenvolvimento municipal. A atividade também possibilitou uma aproximação entre a formação acadêmica e os desafios enfrentados diariamente pelas cidades. A iniciativa reforça a importância da formação profissional aliada à reflexão sobre questões que impactam diretamente o desenvolvimento urbano e a qualidade de vida da população.
Professora da FUPAC Ponte Nova recebe reconhecimento científico em Simpósio Internacional da UFV

A professora Larissa Quintão Guilherme, docente da FUPAC, foi reconhecida com o Prêmio Mérito Científico em Fisiologia do Exercício e Saúde, durante o V Simpósio Internacional de Fisiologia do Exercício e Saúde, promovido pela Universidade Federal de Viçosa (UFV). O trabalho premiado, intitulado “Respostas inflamatórias agudas e transitórias à corrida de trilha de resistência e ultra-resistência e seu impacto no sono e nos sintomas respiratórios”, foi desenvolvido em parceria com pesquisadores da UFV, UFMG, Universidade Católica de Brasília, Universidad Autónoma de Chile e Ultra Sports Science, da França. A pesquisa investigou como diferentes níveis de esforço em corridas de trilha de resistência e ultra-resistência podem repercutir sobre respostas inflamatórias, sono e sintomas respiratórios dos atletas. Os resultados contribuem para ampliar a compreensão das respostas fisiológicas provocadas por exercícios de longa duração e suas possíveis implicações para a saúde e a recuperação dos corredores. O reconhecimento foi conquistado entre os 115 trabalhos apresentados no simpósio, que contou com a participação de pesquisadores e profissionais de seis países, destacando a relevância da produção científica desenvolvida.