FUPAC UNIPAC abre inscrições para o Vestibular 2026.2

A FUPAC UNIPAC está com inscrições abertas para o Vestibular 2026.2. Os candidatos podem se inscrever de forma gratuita e on-line, participando de um processo seletivo totalmente digital, o que amplia a praticidade e o acesso ao ensino superior. Um dos destaques desta edição é a matrícula promocional no valor de R$ 69,90, além do lançamento do novo programa “Avança Técnico”, voltado especialmente para estudantes que já possuem formação técnica. O programa garante 45% de desconto nas mensalidades para candidatos que concluíram cursos técnicos por meio do Trilhas de Futuro ou que tenham realizado formação técnica integrada ao Ensino Médio. A proposta é reconhecer a experiência profissional e incentivar a continuidade da formação acadêmica. A FUPAC UNIPAC também disponibiliza modalidades de bolsas e descontos para os estudantes. Entre elas está o Programa 50+, que concede 50% de desconto nas mensalidades para candidatos com mais de 50 anos. Outras bolsas podem chegar a até 100%, conforme regulamento institucional. Além do vestibular, a instituição também oferece outras formas de ingresso, como nota do ENEM, transferência, segunda graduação e retorno de ex-alunos, ampliando as possibilidades de acesso ao ensino superior. “É com grande satisfação que convido todos os estudantes a participarem do vestibular da FUPAC UNIPAC. Vivemos um momento de grandes transformações na educação e no mercado de trabalho, e nossa instituição está preparada para oferecer uma formação sólida, inovadora e alinhada às novas demandas profissionais. Aqui, o aluno não apenas se prepara para uma profissão, mas constrói novas perspectivas de futuro com qualidade, ética e empregabilidade. Faça parte dessa trajetória e dê o próximo passo na sua vida acadêmica.”, destacou Fábio Andrada, Presidente da FUPAC UNIPAC.
Projeto 20h20 reúne ABRAPSO-CL e UNIPAC Lafaiete em debate sobre saúde mental no trabalho

Na última segunda-feira (11/03), promovido pela UNIPAC Lafaiete, no Projeto 20h20, em parceria com o Núcleo da Associação Brasileira de Psicologia Social (ABRAPSO) de Conselheiro Lafaiete, ocorreu o evento “Sofrimento Psíquico no Contexto do Trabalho”. O encontro reuniu estudantes, professores e interessados no assunto para discutir os impactos das relações de trabalho contemporâneas nos indivíduos e no social. A proposta do evento foi abrir espaço para reflexões sobre o sofrimento psíquico relacionado ao ambiente profissional, articulando contribuições da Psicologia Social e da Psicanálise. As palestras foram conduzidas pela psicóloga Danielle Abrantes Campos Lima, especialista em Psicologia Jurídica, Criminologia e Fundamentos da Psicanálise, e pelo psicólogo Jonathan Marques Oliveira, mestre em Educação e especialista em Psicologia Social e fenomenologia existencial. Os convidados compartilharam análises críticas e experiências profissionais relacionadas à temática, promovendo diálogo com o público presente. A iniciativa reforçou a importância de discutir saúde mental de forma coletiva e crítica, especialmente diante do aumento de casos de sofrimento emocional associados ao trabalho. A ação permitiu, também, que o diálogo entre Psicologia Social e Psicanálise promovesse o debate voltado ao bem-estar psicológico e as relações de trabalho na sociedade contemporânea.
Juiz realiza palestra sobre Juizado Especial na UNIPAC Lafaiete

No dia 05/05/2026, recebemos a ilustre presença do Dr. Wilson Duarte Tavares, Juiz de Direito da comarca de Conselheiro Lafaiete-MG, para um encontro especial com nossos alunos do curso de Direito. O magistrado compartilhou com nossos alunos uma visão clara e realista sobre a importância do estágio no Juizado Especial Cível. Durante a palestra, foram abordados pontos essenciais como o desenvolvimento prático do raciocínio jurídico, o contato direto com a dinâmica processual, relações interpessoais e a construção de habilidades fundamentais para a atuação profissional. O estágio no Juizado Especial Cível se mostra uma oportunidade única para o estudante vivenciar, na prática, aquilo que aprende em sala de aula, além de compreender o papel social do Direito na resolução de conflitos cotidianos de forma ágil e acessível. Momentos como esse reforçam o compromisso da nossa faculdade com uma formação completa: teórica, prática e conectada com a realidade do mercado jurídico. No curso de Direito da Unipac, os alunos não apenas aprendem Direito — eles vivem o Direito.
Professores da UNIPAC Lafaiete abordam desenvolvimento, inclusão e desafios do TEA

Os aspectos pedagógicos e psicológicos do Transtorno do Espectro Autista (TEA) foram abordados no programa Fala Mulher da Rádio Carijós, no dia 9 de abril. Durante a entrevista, a coordenadora do curso de Pedagogia, Vanessa Tavares, e o professor do curso de Psicologia, Jonathan Marques Oliveira, abordaram pontos como desenvolvimento, inclusão e tratamento. Aspectos psicológicos O professor do curso de Psicologia, Jonathan Marques Oliveira, abordou as características do TEA, a importância do diagnóstico precoce e as estratégias de intervenção: Quais são as principais características psicológicas de pessoas dentro do espectro autista? Antes de caracterizar o que seria o TEA, precisamos entender primeiro que a palavra transtorno nos leva a pensar em neurodivergência. Essa expressão começou a ser usada nos últimos anos para falar sobre as atipicidades que vivenciamos no desenvolvimento humano, incluindo o transtorno do espectro autista (TEA). Uma das grandes mudanças que tivemos ao longo do processo histórico é deixar de pensar transtornos como dificuldade e ver como uma diferença. Ou seja, a pessoa autista vê a realidade de uma maneira diferente, percebendo as coisas de uma forma diferente. Já a palavra espectro pode ser entendida como um mundo de condições. Uma das partes mais desafiadoras, mas também mais bonitas, do acompanhamento de pessoas autistas é a percepção que as famílias e profissionais precisam construir dessa vivência muito singular. Quando falamos de TEA, podemos focar em dois aspectos fundamentais: diferenças de comunicação e interação social e os padrões repetitivos de comportamento, de interesse ou atividade. A diferença de comunicação e interação social aponta para a forma como esses aspectos são vivenciados pela pessoa autista. A linguagem, por exemplo, é um pouco mais literal. Daí, quando falamos “está chovendo canivete”, uma pessoa típica entende que está chovendo muito, já uma pessoa autista pode até entrar em uma crise por não entender. O mesmo pode ser aplicar a metáforas, indiretas e outras coisas mais nesse sentido. Já a repetição de comportamento pode ser repetição motora (estereotipia corporal) ou o hiperfoco. O hiperfoco, devemos salientar, não é apenas uma ‘escolha’ que alguém faz para dedicar-se a um assunto – é uma maneira de a pessoa se ancorar na realidade. Então, quando vemos a pessoa muito interessada em algo — e, quando digo interessada, é muito interessada mesmo, vai ler e comprar tudo sobre — pode ser uma estratégia de regulação. Como o diagnóstico precoce influencia o desenvolvimento da criança com TEA? Hoje, temos um conhecimento científico e técnico que possibilita que o diagnóstico e o tratamento venham cada vez mais cedo. Este é um fator positivo especialmente por a primeira infância, entre os 0 e 6 anos, ser marcada por maior neuroplasticidade, ou seja, o cérebro está começando a fazer suas formações neurais. É quando se aprende a maior parte do nosso desenvolvimento cognitivo, motor e social: quando se aprende a ler, escrever e conviver. Então, quanto mais cedo um diagnóstico com qualidade, maiores serão as chances de uma intervenção construir estratégias para aquela pessoa experienciar a realidade. É importante a gente dizer que se o autismo não é visto como uma doença, mas sim como uma neurodivergância, a busca fundamental no acompanhamento não é cura, mas a construção de estratégias. As estratégias eficazes e precoces são muito eficazes também nas comorbidades secundárias, como a ansiedade. Por exemplo, adultos que têm um diagnóstico tardio estão entendendo que aquele sofrimento de se sentir diferente, excluído, na verdade, era a falta de diagnóstico para poder fazer adaptação, um processo de regulação. Diante dessa angústia de não conseguir se incluir, a ansiedade é uma resposta comum. Quando a gente tem a intervenção precoce, as comorbidades secundárias também diminuem. E o diagnóstico precoce não quer dizer que ele é feito em uma sessão; isso pode ser perigoso, ou equivocado. Um diagnóstico de qualidade exige diversas etapas que incluem a anamnese, escuta ativa e o uso de ferramentas de escalas e testes. Depois desse processo muito cuidadoso, constrói-se esse diagnóstico, não para estigmatizar, mas para criar um caminho de adaptação. Quais intervenções psicológicas são mais indicadas para pessoas com autismo? Como o psicólogo pode ajudar no desenvolvimento das habilidades sociais? Uma intervenção de qualidade precisa ser pensada de maneira individualizada; não existe uma intervenção que funcione para todo mundo. Cada sujeito vai responder de uma maneira muito singular ao ambiente, a partir da sua realidade. Também é preciso entender que essas intervenções têm que acontecer em um contexto de neurodiversidade, onde a atipicidade e a tipicidade convivem na diversidade, não comparando ou dizendo que uma é melhor ou pior que a outra. Dentro da psicologia, temos diversas possibilidades de desenvolvimento dessas estratégias como a análise do comportamento aplicada (ABA), que é um conjunto de ferramentas muito conhecido e utilizado para o trabalho com pessoas autistas; o treinamento de habilidades sociais (THS), outro conjunto de ferramentas que o psicólogo pode, junto com a família e com a pessoa, trabalhar para desenvolver essas habilidades; a terapia do jogo que usa a ludicidade dentro do consultório para, junto com a criança ou adolescente, entender o mundo que ela está vivendo além de outras abordagens como a fenomenologia existencial e a psicanálise, que buscam a compreensão analítica como forma de construção estratégicas. Qual é o papel da família no acompanhamento psicológico de pessoas autistas? A família é o alicerce do processo, e uma das partes que precisa de mais cuidados e atenção. É ela quem busca ajuda, muitas vezes, no caso de crianças e adolescentes; é ela que vai passar pelo processo de adaptação de si, porque os pais de uma criança com TEA passam, muitas vezes, por um processo de aceitação e decepção, relacionado à expectativa do filho, que nem sempre corresponde ao que se esperava. A psicologia tem esse cuidado de acolher a família e entender que essa família vai passar por esse processo. Outro aspecto importante é que a família entra como espaço de segurança. A pessoa autista tem uma relação muito específica com o ambiente, que pode ser muito amedrontador, e desafiador para ela. E, quando
Alunos de Biomedicina e Educação Física participam de palestra sobre saúde e prevenção

Em abril, nos dias 6 e 7, são comemorados o Dia Mundial da Atividade Física e o Dia Mundial da Saúde. Em comemoração às datas, a UNIPAC Lafaiete promoveu a palestra “Ciência em movimento: treinamento físico e hipertensão arterial”, com o professor doutor Helton Campos. Para os alunos dos cursos de Biomedicina e Educação Física, o professor abordou a definição de hipertensão, as complicações que ela pode trazer para a saúde e as possibilidades de tratamento não medicamentoso. Entre os pontos destacados pelo professor estão: Manter o peso adequadoIntervenções dietéticasAtividade ou exercício físicoRedução da ingestão de álcoolCessação do tabagismoAbordagem do estresse Durante a palestra, foram apresentadas pesquisas que demonstram como a prática de atividades ou exercícios físicos é positiva no controle e na prevenção da doença.
Alunos da UNIPAC Lafaiete participam de Audiência Pública sobre políticas para a juventude na Câmara

Aconteceu ontem, dia 27 de abril, na Câmara Municipal de Conselheiro Lafaiete, uma importante Audiência Pública com o tema “A situação da Casa da Juventude e as políticas públicas voltadas à juventude no município”. O encontro proporcionou um espaço qualificado de diálogo entre poder público, sociedade civil e comunidade acadêmica, abordando questões relevantes relacionadas aos direitos fundamentais, ao papel da Administração Pública e à efetivação de políticas públicas voltadas à juventude. Os alunos do Curso de Direito participaram ativamente da audiência como parte de um projeto de extensão, vivenciando na prática conteúdos estudados em sala de aula, especialmente nas áreas de Direito Constitucional e Direito Administrativo. A experiência contribuiu significativamente para a formação crítica, cidadã e profissional dos discentes. A atividade contou com a participação da coordenadora do curso e professora de Direito Constitucional, Flávia Camargos, e da professora de Direito Administrativo, Ane Caroline. A iniciativa reforça o compromisso do curso com a integração entre teoria e prática, bem como com a formação de profissionais conscientes de seu papel social.
Autismo: UNIPAC Lafaiete fala sobre inclusão e combate ao preconceito em programa de rádio

Abril Azul é o mês de conscientização sobre o Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com o objetivo de ampliar o diálogo sobre o tema, a professora do curso de Psicologia da UNIPAC Lafaiete, Juliana Campos, e a aluna do curso de Psicologia e presidente do Diretório Acadêmico (DAPSI), Lidiane Domingues, participaram do programa Central Carijós, da rádio Carijós, no dia 8 de abril. Durante a entrevista, a professora Juliana Campos destacou que o aumento das discussões sobre o autismo nos últimos anos está diretamente ligado ao maior acesso ao diagnóstico. “Temos escutado falar muito de autismo nos últimos anos, porque antes pouquíssimas pessoas tinham acesso a esse diagnóstico. Quando falamos de TEA, estamos nos referindo a um transtorno do neurodesenvolvimento, e entendê-lo é muito importante, porque assim compreendemos que é uma condição com a qual a pessoa nasce, não se torna autista depois”, explicou. Ela também abordou o conceito de espectro, oficializado em 2013. “O termo espectro faz com que a gente entenda essa condição em níveis diferentes: 1, 2 e 3, que se referem ao quanto aquela pessoa necessita de suporte. Essa condição afeta principalmente a comunicação e a interação social, com presença de comportamentos e interesses restritos, além de uma inflexibilidade cognitiva e hiperfocos”, afirmou. Juliana ressaltou que sinais podem ser observados ainda na infância. “Desde muito pequenas já é possível observar algumas características nas crianças. Um exemplo é o contato visual e a busca pela interação. Esse bebê busca interação? Ele se interessa pelo outro? Ou é mais apático? Foge do olhar? Também podemos observar questões relacionadas ao desenvolvimento da fala e às respostas sensoriais, como reações a barulhos e luzes”, destacou. A professora enfatizou a importância do diagnóstico precoce. “Quanto mais cedo a gente detectar sinais e sintomas, melhores serão as intervenções, com maior possibilidade de desenvolvimento da autonomia e de habilidades de comunicação e interação”, pontuou. Ela também alertou sobre a demora na busca por ajuda. “Muitos pais demoram a procurar atendimento por acreditarem que é algo do desenvolvimento normal ou até por acharem que estão ‘vendo coisa’. Mas a orientação é clara: ao perceber qualquer sinal, é importante buscar ajuda de um psicólogo, pediatra ou neuropediatra”, orientou. Outro ponto abordado foi o preconceito ainda presente na sociedade. “Mesmo com tanta informação, ainda existem muitos mitos, como a ideia de que todo autista tem deficiência intelectual ou não gosta de afeto. Isso é prejudicial, porque generaliza comportamentos. Não existe uma régua. O transtorno é heterogêneo e, quando generalizamos, deixamos de olhar para a singularidade e as potencialidades de cada indivíduo”, afirmou. Sobre o tratamento, Juliana destacou o papel da família. “O primeiro acesso é a família. Por isso, precisamos trabalhar a psicoeducação, orientar como lidar com comportamentos que são desafiadores no dia a dia. E, quanto à sociedade, o caminho é a disseminação de informação para combater o preconceito”, disse. A inclusão também foi um tema central. “O acesso à escola e à universidade é um direito, mas é preciso pensar em ambientes realmente inclusivos. Isso contribui para o desenvolvimento social e para a autonomia. E essa inclusão precisa acontecer em todos os espaços: na escola, no trabalho, na cidade, no lazer”, completou. DA vai criar espaço de regulação A estudante Lidiane Domingues destacou os avanços no acesso de pessoas com TEA à educação. “Até pouco tempo atrás, as pessoas com autismo não tinham acesso nem ao ensino regular. Quem dirá ao ensino superior. Hoje vemos um avanço significativo. O próprio MEC aponta que saímos de centenas de matriculados para quase 16 mil em 2024”, afirmou. Para ela, a conscientização dentro das instituições é fundamental. “É extremamente importante que esse debate chegue a todos os cursos, para que haja uma boa recepção, facilite o acolhimento e torne o ambiente mais acessível e adaptado”, destacou. Lidiane ressaltou ainda que o tema é relevante para todas as áreas profissionais. “Independentemente da área, humanas, exatas ou biológicas, todos vão conviver ou atender pessoas com TEA. Então, isso é importante não só profissionalmente, mas também na vida social e pessoal”, disse. Como estudante de Psicologia, ela destacou o impacto da temática na formação. “Entender o autismo como espectro, multifatorial e multifacetado me permite desenvolver um olhar mais sensível, criar vínculos mais fortes com o paciente e com a família, além de atuar na redução de estigmas e preconceitos”, explicou. A aluna também falou sobre o papel social do psicólogo. “O futuro profissional precisa atuar na transformação social, contribuir com políticas públicas e ajudar a tornar os ambientes mais inclusivos”, afirmou. Lidiane destacou ainda iniciativas práticas de inclusão. “Não basta convidar, é preciso dar condições reais de participação. Isso inclui adaptar o ambiente, reduzir estímulos como som e luz, disponibilizar recursos como abafadores de ruído e criar espaços de descanso”, pontuou. Entre as ações desenvolvidas pelo Diretório Acadêmico, ela citou projetos de acolhimento e inclusão. “Temos o ‘Psinique’, em que um veterano apoia um calouro na adaptação à faculdade. Também vamos disponibilizar um guia de neurodiversidade e estamos criando um espaço de regulação sensorial na sala do DA, com recursos para momentos de sobrecarga”, explicou. Encerrando sua participação, Lidiane trouxe uma reflexão do filósofo Francisco Ortega, que diz que ‘Reconhecer a neurodiversidade é afirmar que não há um único modo legítimo de existir no mundo’. Esse é um convite para refletirmos sobre a forma como olhamos para o outro, não só em datas específicas, mas todos os dias”, concluiu a presidente do DA.
Aula prática de Topografia aproxima alunos de Engenharia Civil e Engenharia de Minas da realidade profissional

Na aula prática da disciplina de Topografia, os alunos dos cursos de Engenharia Civil e Engenharia de Minas tiveram a oportunidade de vivenciar, em campo, a aplicação de tecnologias essenciais para a área, como o GPS RTK Stonex S900A, a Estação Total Geodetic G2 e o Drone DJI Air 2S. Sob a orientação do professor Ademir Cândido, a atividade proporcionou a integração entre teoria e prática, fortalecendo o aprendizado e aproximando os estudantes da realidade profissional. Agradecemos à empresa Athos Topografia pela parceria, disponibilidade e participação, fundamentais para o sucesso da atividade e para o enriquecimento da formação dos nossos alunos.
Trilhas de Futuro VI: começam cursos técnicos em Serviços Jurídicos e Veterinária

Foi dado o start para os cursos do Trilhas de Futuro VI no Centro Técnico Profissional (CTP), da UNIPAC Lafaiete. Na terça-feira, dia 7 de abril, tiveram início as aulas dos cursos Técnico em Veterinária e Técnico em Serviços Jurídicos. Na recepção dos novos alunos, a diretora acadêmica Ana Carolina Chaves Ferreira, a coordenadora do Trilhas de Futuro, Camila Dias, e a secretária do curso, Sabrina Stevan, acolheram os estudantes e repassaram informações importantes sobre os cursos. Os alunos do curso Técnico em Serviços Jurídicos participaram de uma palestra com o professor Thiago Nunes, que abordou a importância do técnico para os tribunais e sua contribuição para a Justiça. Ele também destacou o mercado de trabalho, a estrutura da instituição e a qualidade do ensino e do corpo docente. Já os estudantes do curso Técnico em Veterinária acompanharam a apresentação da professora Ivana Siqueira, que explicou as diferentes áreas de atuação na profissão. Após a palestra, os alunos participaram de uma visita técnica à Policlínica Veterinária da UNIPAC Lafaiete. Sejam bem-vindos aos novos alunos e aproveitem essa jornada de aprendizado!
Curso de Biomedicina da UNIPAC Lafaiete participa de evento do Dia Mundial da Saúde

O curso de Biomedicina da UNIPAC Lafaiete marcou presença no evento promovido pela Prefeitura, que contou com caminhada, atividades de dança e outras ações em saúde. O curso ofereceu à comunidade serviços gratuitos de aferição de pressão arterial e medição de glicose. E foi realizada a exposição e explicação sobre algumas parasitoses e arboviroses. Este ano a OMS trouxe como tema “Juntos pela ciência”. A campanha da OMS foca no poder da colaboração científica, na abordagem de “Uma Só Saúde” (saúde humana, animal e ambiental) e na necessidade de transformar evidências em políticas públicas. Está ação reforça a importância da prevenção e do acompanhamento da saúde no dia a dia. Parabenizamos todos os envolvidos por levarem conhecimento, cuidado e atenção à população! 👏🩺