Grupo FUPAC UNIPAC entra em recesso de fim de ano
O Grupo Educacional FUPAC UNIPAC entra em recesso de fim de ano, acompanhando o período de celebrações natalinas e de Ano Novo. Durante esse intervalo, as atividades administrativas e acadêmicas presenciais estarão suspensas, retornando conforme o calendário institucional. O reitor Fábio Andrada ressaltou a relevância do período de recesso e dirigiu uma mensagem especial à comunidade acadêmica. Segundo ele, esse é um momento oportuno para desacelerar, recarregar as energias, valorizar a convivência familiar e se preparar para um novo ciclo de desafios e realizações. Ele desejou a todos boas festas, com saúde, tranquilidade e renovação de esperanças para o próximo ano. A instituição reforça que, mesmo durante o recesso, os candidatos aprovados em todos os processos seletivos poderão realizar a matrícula de forma online, garantindo comodidade e agilidade no procedimento. As orientações e os links para matrícula estão disponíveis no site oficial da instituição, no endereço www.unipac.br. Para aqueles que optarem pelo atendimento presencial, as unidades da FUPAC informam que as matrículas presenciais serão retomadas a partir do dia 05 de janeiro. Fique atento às redes sociais para saber os horários de funcionamento. A instituição segue comprometida em oferecer suporte aos futuros alunos e deseja a todos um excelente fim de ano.
Diretora Acadêmica da UNIPAC Lafaiete faz balanço do ano letivo em entrevista de rádio

A Diretora Acadêmica da UNIPAC Lafaiete, Ana Carolina Chaves Ferreira, participou no dia 17 de dezembro do programa Manhã Total, da Rádio Carijós, onde fez um balanço do ano letivo e destacou as principais ações acadêmicas, culturais e institucionais desenvolvidas ao longo de 2025. Ao avaliar o encerramento do ano, Ana Carolina ressaltou o sentimento de dever cumprido. “Encerramos o semestre com vários alunos concluindo seus cursos e que vão colar grau em fevereiro. Temos muitos alunos em formação e outros que já estão se matriculando para o próximo ano, o que demonstra a confiança na instituição”. Durante a entrevista, a diretora destacou a importância dos projetos de extensão e o papel social da UNIPAC, que possui mais de 60 anos de história em Minas Gerais. “A UNIPAC tem uma responsabilidade social muito forte com a comunidade onde está inserida. Os projetos de extensão proporcionam aos nossos alunos o convívio com a comunidade e, ao mesmo tempo, permitem que a comunidade se aproxime da faculdade. Isso é muito importante para uma instituição de ensino”, explicou. Outro ponto abordado foi o Intervalo Cultural, ação que passou a integrar a rotina da faculdade após o retorno das atividades presenciais. “Esse projeto começou logo após a pandemia, com o objetivo de proporcionar cultura para os nossos alunos. A cada dois meses, trazemos artistas da região para promover arte, encontro e alegria dentro da instituição”. Entre os momentos marcantes de 2025, Ana Carolina citou o 1º Luau da UNIPAC, realizado em setembro em alusão ao Setembro Amarelo, e o tradicional Arraiá da UNIPAC. “No Luau, tivemos alunos cantando, recitando poesias. Os artistas foram os próprios estudantes. Já o Arraiá é um intervalo cultural que eles já aguardam, com quadrilha e muita interação”, contou. A diretora também destacou a apresentação da Orquestra do Projeto Garoto Cidadão, da CSN. “Foi um ponto alto do ano. Os corredores se encheram de música e acredito que muitos alunos tiveram ali o primeiro contato com uma orquestra”, completou. Outro projeto realizado durante o intervalo das aulas é o 20h20, que tem foco no desenvolvimento das chamadas soft skills. “São cerca de 40 minutos dedicados a competências comportamentais, como liderança, trabalho em equipe, gestão do tempo e comunicação não violenta. Muitas vezes, essas habilidades são até mais importantes para o mercado de trabalho do que as competências técnicas”. Ana Carolina também destacou a realização da primeira Cerimônia do Jaleco do curso de Medicina Veterinária. “A cerimônia foi idealizada pela coordenação e pelos professores do curso. Os alunos do 1º e 2º períodos receberam o jaleco dos estudantes do 10º período, com a presença dos pais, o que tornou a noite ainda mais emocionante. Foi um momento de transmitir valores como ética e cuidado com a profissão”, afirmou. Outro marco importante para a instituição foi a formatura do primeiro aluno com deficiência visual do curso de Psicologia. “Foi um momento de grande aprendizagem para a UNIPAC. O Lucas nos ensinou muito mais do que nós ensinamos a ele ao longo dos cinco anos de curso. Ele nos proporcionou a oportunidade de sermos uma instituição verdadeiramente inclusiva. Sobre o curso de Biomedicina, novidade na UNIPAC Lafaiete, Ana Carolina avaliou a receptividade como positiva. “Tivemos muitos candidatos interessados no vestibular, o que se deve à nossa tradição e à infraestrutura. Temos laboratórios muito bem equipados e o curso é totalmente presencial, com aulas diárias e muitas atividades práticas”, explicou. A diretora também reforçou a importância das viagens técnicas, eventos e atividades práticas na formação acadêmica. “Essas experiências permitem que o aluno veja a realidade funcionando, além de promover integração e socialização”, afirmou. Entre os exemplos, ela citou a viagem dos alunos de Direito a Brasília e a visita dos estudantes de Engenharia à Usina Hidrelétrica de Itaipu, em Foz do Iguaçu. “Isso cria um engajamento maior com o processo de formação e enriquece a vida acadêmica e profissional dos alunos”, completou. Ao final da entrevista, Ana Carolina deixou uma mensagem de agradecimento. “Desejo um Feliz Natal e um excelente Ano Novo aos nossos alunos. Agradeço especialmente aos professores e aos funcionários administrativos. A UNIPAC existe porque vocês estão lá todos os dias”, concluiu.
Alunas de Odontologia do UNIPAC Barbacena publicam artigo científico em revista A2 do Qualis CAPES

As alunas Alíona Aparecida Damasceno de Oliveira, Simony Sílvia Pereira e Jéssica Cristina Vieira de Oliveira, do curso de Odontologia do UNIPAC Barbacena, conquistaram um importante destaque acadêmico com a publicação de um artigo científico em periódico de reconhecimento nacional. O trabalho, intitulado “Laserterapia: revisão bibliográfica acerca de sua aplicabilidade na odontopediatria”, foi publicado na Revista Interdisciplinar ReGeo, periódico classificado como A2 no Qualis CAPES, um dos mais elevados níveis de avaliação da produção científica no Brasil. O artigo apresenta uma revisão bibliográfica sobre o uso da laserterapia na odontopediatria, abordando seus benefícios, indicações clínicas e contribuições para o tratamento humanizado de crianças, com destaque para a redução da dor, aceleração da cicatrização e melhora do conforto do paciente. Além das estudantes do UNIPAC Barbacena, o estudo contou com a coautoria das professoras Daniela Santiago Cajé, Hilda Maluf Caldas Nalon e Fernanda Araújo Viol, fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa e produção científica na instituição. A certificação da publicação foi emitida em 26 de novembro de 2025, confirmando a regularidade do artigo e sua disponibilização em plataforma científica indexada, com DOI próprio
Alunos de Psicologia da FUPAC Ubá têm artigo publicado em revista científica internacional

Os alunos Gabriel Ribeiro Balbino Silva e João Paulo Lopes Soares, do 8º período do curso de Psicologia da Faculdade Presidente Antônio Carlos de Ubá (FUPAC Ubá), conquistaram um importante reconhecimento na comunidade científica internacional. O artigo intitulado “Obstáculo da vida sexual humana” foi publicado na revista norte-americana Biomedical Journal of Scientific & Technical Research, ampliando a visibilidade da produção acadêmica da instituição para além das fronteiras do Brasil. A publicação representa um marco relevante na trajetória acadêmica dos estudantes e evidencia o compromisso da FUPAC Ubá com a pesquisa, a ciência e a formação de profissionais qualificados. A instituição parabeniza os alunos pela conquista e pela significativa contribuição científica, que fortalece o nome da faculdade no cenário acadêmico nacional e internacional.
FUPAC Leopoldina promove ação de Enfermagem na Praça da Enfermagem

A FUPAC Leopoldina realizou, no dia 6 de dezembro, uma ação de extensão na Praça da Enfermagem, levando o conhecimento e a prática da Enfermagem além das salas de aula. A iniciativa aproximou a instituição da comunidade, reforçando o compromisso com a promoção da saúde e o bem-estar da população. Durante o evento, foram oferecidos serviços gratuitos de aferição de pressão arterial, verificação de glicemia capilar e orientações de educação em saúde, contribuindo para a prevenção de doenças e o esclarecimento de dúvidas da população.
Acadêmicos de Direito da UNIPAC Uberaba realizam ação de conscientização sobre descarte irregular de lixo

Acadêmicos do curso de Direito da UNIPAC Uberaba realizaram uma ação comunitária no bairro Ilha de Marajós com foco na conscientização sobre o descarte irregular de lixo. Durante a iniciativa, o grupo identificou um ponto recorrente de despejo inadequado de resíduos e promoveu diálogo direto com os moradores da região. De acordo com os estudantes, as conversas evidenciaram que a prática acabou sendo incorporada à rotina local, o que reforça a necessidade de enfrentamento do problema. A atividade trouxe como base a Teoria das Janelas Quebradas, que aponta como sinais de abandono e descuido em espaços públicos tendem a estimular comportamentos inadequados, criando um ciclo de degradação. Durante a ação, além da escuta da comunidade, os acadêmicos levaram informações e orientações sobre o descarte correto do lixo. Também foram distribuídos ímãs de geladeira contendo contatos de serviços públicos e canais de denúncia, com o objetivo de facilitar o acesso da população a ferramentas que possibilitam a participação ativa na solução do problema. A iniciativa reforça o compromisso dos estudantes com a responsabilidade social e a cidadania, destacando que pequenas atitudes, aliadas à informação e ao cuidado coletivo, podem promover transformações significativas e contribuir para a melhoria da qualidade de vida no bairro.
FUPAC Baependi entrega premiação do 1º lugar em Concurso de Redação

A FUPAC Baependi realizou a entrega da premiação à vencedora do Concurso de Redação promovido pela instituição. A aluna Estefany Alessandrina Silva Casto conquistou o 1º lugar e foi contemplada com um tablet como reconhecimento pelo desempenho e pela qualidade do texto apresentado. O Grupo Educacional FUPAC UNIPAC parabeniza a estudante pela conquista e estende os cumprimentos a toda a equipe educacional da Escola Estadual Nossa Senhora do Bonsucesso, localizada no município de Serranos (MG), destacando a qualidade e a excelência do processo de ensino-aprendizagem desenvolvido pela instituição. A iniciativa reforça o compromisso da FUPAC UNIPAC com a valorização da educação, do talento estudantil e com o fortalecimento da missão de educar, incentivando a produção textual e o pensamento crítico entre os alunos da região.
Professores da UNIPAC Lafaiete reforçam a importância da Consciência Negra na Psicologia, Educação Física e Biomedicina

Os professores da UNIPAC Lafaiete, Marcos Thomaz (Psicologia), Fabrício Santos (Educação Física) e Camila Dias (Biomedicina), participaram, no dia 13 de novembro, do programa Fala Mulher, da rádio Queluz, trazendo uma reflexão sobre a Consciência Negra tema nas profissões. A jornalista Kátia Matos entrevistou os docentes abordando pontos importantes não só para estudantes, mas para a sociedade de modo geral. Confira a reportagem: Como o racismo influencia a construção da identidade de pessoas negras desde a infância? De que forma o reconhecimento da negritude contribui para o fortalecimento da autoestima e da saúde mental? Professor Marcos: A pergunta traz um tema central dentro da psicologia: a identidade. O modo como as pessoas se entendem como pessoas no mundo é inevitavelmente afetado pela experiência do racismo. É preciso que a gente entenda que há um conhecimento superficial sobre o que chamamos de racismo. Falamos muito sobre, mas não com efetividade, com a intenção de construir estratégias de enfrentamento. Uma pesquisa feita com a comunidade em geral traz um dado curioso. Perguntaram para as pessoas se elas acreditavam que existia racismo no Brasil, e cerca de 88% a 90% acreditavam que sim. Mas, quando perguntaram se elas se consideravam racistas, um número também muito parecido, cerca de 80% a 90%, respondeu que não. Então, há uma incoerência nesse dado: o racismo existe, mas ele está sempre no outro, ou seja, as pessoas não reconhecem que reproduzem o racismo no cotidiano. No geral, o racismo é compreendido como uma prática individual, então há essa percepção de que só se tem racismo quando há uma ofensa ou uma discriminação objetiva em relação a pessoas negras. Mas, na verdade, é preciso entender o racismo como sendo estrutural; ele está naturalizado no modo como organizamos a nossa sociedade — na educação, na saúde, na cultura. Ou seja, mesmo que de forma não intencional, mesmo inconscientemente, a gente acaba reproduzindo práticas racistas no cotidiano. Nesse contexto, observa-se um grande impacto sobre a constituição identitária de pessoas negras. Diversos estudos e relatos no campo da psicologia mostram que a de referências positivas de pessoas negras em espaços de prestígio social, poder ou visibilidade midiática compromete processos de autovalorização e reconhecimento de si. Diante desse cenário, a psicologia tem assumido, de forma cada vez mais contundente, um compromisso ético e político no enfrentamento ao racismo e na promoção de práticas que ampliem a dignidade e a potência das pessoas que compõem esse grupo racial. O que significa ter uma identidade racial positiva? Professor Marcos: Um desafio imenso, sobretudo porque o racismo opera de forma naturalizada no cotidiano. Quando uma pessoa é interpelada como por suas características raciais em um sentido depreciativo, muitas vezes internaliza a mensagem de que há algo de menor valor em sua cor, em seus traços, em seu cabelo ou mesmo em sua própria possibilidade de ser amada. Essas violências simbólicas, repetidas ao longo do tempo, produzem muitas marcas. É somente através de um percurso longo — sustentado por estratégias de enfrentamento do racismo, construção de autoestima e fortalecimento comunitário — que muitas pessoas negras conseguem ressignificar sua negritude, reconhecendo-se como belas, potentes e dignas de afeto e admiração. Há uma responsabilidade do Estado brasileiro em contribuir para que haja políticas públicas que caminhem nessa direção. Por exemplo, as cotas nas universidades públicas e privadas, em concursos públicos, são políticas públicas com essa intenção de reparação histórica. E, por vezes, quando falamos em reparação histórica, escutamos o argumento de que “já passou muito tempo”, mas não passou. Temos aproximadamente três ou quatro gerações de famílias negras que ainda viviam sob o signo da escravidão. E, quando houve a “abolição”, o Estado brasileiro não se comprometeu com os problemas que a escravidão vinha causando. Essas pessoas ocupavam um determinado espaço na casa dos senhores, e agora não mais. Onde elas iriam morar? Trabalhar em quê? Como se alimentariam? O que aconteceria com essas pessoas? Elas foram para as ruas, para os becos, e passamos a ter no país um aumento de problemas sociais que, “curiosamente”, ainda temos hoje: fome, miséria, violência urbana, uso abusivo de substâncias. Isso é resultado desse processo de abolição que não contemplou a ressignificação do lugar dessas pessoas na sociedade. O Estado não só não fez nada para inserir essas pessoas como dignas de direitos, com possibilidade de acesso à educação e trabalho, como fez o contrário: investiu dinheiro para importar mão de obra europeia. As famílias brancas europeias que vinham para o Brasil recebiam terras e valores em dinheiro para começar seus negócios aqui. Essa política pública deveria ter sido destinada às pessoas negras que estavam sendo escravizadas para que, de fato, fossem inseridas enquanto pessoas de direitos na sociedade. Quais são os impactos psicológicos do racismo cotidiano? Como o racismo institucional pode gerar sofrimento psíquico? Professor Marcos: No mesmo período da abolição, começaram a ser disseminadas ideias para desqualificar as pessoas negras. Na época, havia vários programas de rádio que convidavam médicos, cientistas, escritores partidários do que chamamos hoje de racismo científico, que tentavam justificar, com argumentos supostamente científicos, o porquê de a escravidão ter sido mantida. Para isso, foi necessário um processo de desumanização muito grande. E, como havia vários problemas sociais, a leitura que se fazia era de que era perigoso estar próximo de pessoas negras, que elas eram perigosas, propensas à criminalidade, menos capazes intelectualmente, e que podiam “contaminar” famílias. Chamamos isso de eugenia. Tudo isso era reproduzido cotidianamente e de forma naturalizada. Muitas dessas ideias ainda hoje são reproduzidas sem que as pessoas percebam. Visualizamos microagressões cotidianas mesmo sem intenção de ofender. Fazem piadas, comentam o estilo de roupa, o cabelo, desqualificam a experiência religiosa de religiões afro-brasileiras, em ambientes de trabalho, não dão a devida importância às falas dessas pessoas; não reconhecem sua capacidade intelectual, etc. Os impactos são diversos: ansiedade, alterações de humor, internalização da ideia de que o problema é individual. Toda experiência de racismo é traumática. Por mais sutil que pareça, funciona como a gota que, ao pingar em um copo cheio,
UNIPAC GV realiza entrega de prêmio à vencedora do Concurso de Redação

Publicada em 15 de dezembro de 2025; A UNIPAC Governador Valadares realizou, na sexta-feira (12/12/2025), a entrega do prêmio à primeira colocada do Concurso de Redação da instituição, reconhecendo o talento e o desempenho acadêmico da estudante Amanda Stephane Silvério da Paixão, aluna da Escola Estadual Sagrada Família. A entrega foi feita pelo Diretor-Geral da UNIPAC GV, Professor Mestre Rogério Primo, durante a formatura do 3º ano integral de Informática, momento marcado por emoção e reconhecimento. Como premiação, a estudante recebeu um notebook, simbolizando o incentivo da instituição à educação, à escrita e ao desenvolvimento intelectual dos jovens. A trajetória de sucesso da vencedora contou com o apoio e a dedicação de profissionais da escola, que contribuíram diretamente para sua formação educacional, entre eles: Mayara Ketlin, Especialista e Coordenadora Geral do Ensino Fundamental em Tempo Integral (EFTI); Samis Enilda, Vice-Diretora; Dalvo Walker, Especialista e Coordenador Geral do Ensino Médio em Tempo Integral (EMTI); e Lúcia Helena, Especialista Coordenadora Pedagógica do Ensino Médio. A UNIPAC GV parabeniza a estudante pela conquista e reconhece o papel fundamental da escola e de seus educadores na formação de alunos comprometidos com o conhecimento, reafirmando seu compromisso com a valorização da educação e o incentivo à produção acadêmica.
Coordenador do curso de Administração da UNIPAC Lafaiete fala sobre o mercado de Marketing

O coordenador do curso de Administração da UNIPAC Lafaiete, Stefan Willian, esteve no programa Fala Mulher, da rádio Queluz, no dia 11 de novembro. Em entrevista à jornalista Kátia Matos, Stefan falou sobre o mercado de Marketing, principalmente destacando o quanto o profissional precisa se aperfeiçoar, sabendo analisar dados, mercado, e entender de produtos e pessoas. Confira a entrevista completa: Quais as principais mudanças que o marketing vem passando nesses últimos anos? Ainda usamos o modelo tradicional, as propagandas de massa, como panfletagem e outdoor, mas o período da pandemia acelerou muito o marketing digital. Ele permite mensurar melhor os dados. Você tem, em tempo real, quem está visualizando a sua propaganda. Isso facilita conhecer melhor o seu público, quem você está atingindo. Atualmente, o marketing está mais dinâmico; passou por essa digitalização e pelas mudanças de hábitos de consumo. Isso fez com que as empresas aprendessem a se comunicar de forma mais humana, rápida e eficiente. Os negócios também estão com uma característica mais híbrida, tendo ponto físico, digital. Uma das vantagens é estar não só no local, mas no global. Como a inteligência artificial tem influenciado o marketing nas empresas e qual a projeção para os próximos anos? A inteligência artificial é um divisor de águas, e seu uso foi acelerado em 2025. Ela possibilita analisar um grande volume de dados de forma mais rápida, automatizar tarefas, e até utilizar chatbots para atendimento. Mas acredito que ela tenha que ser uma aliada do profissional, não uma muleta, porque as empresas precisam do atendimento humano. A inteligência artificial permite também uma personalização para entender o cliente e mostrar para justamente o que ele quer ver. Mas a grande questão é encontrar o público certo; esse é o maior desafio. Não basta ter a ferramenta que te dá todos os dados, sem ter a parte analítica, sem fazer a leitura correta. Às vezes você está em uma rede social em que o seu público não está. Com as novas tecnologias, quais habilidades o profissional de marketing precisa desenvolver? As tecnologias avançam, as empresas querem coisas novas, e o profissional tem que acompanhar. Ele tem que estar atento ao digital, mas também ao relacionamento com o cliente, por exemplo. No curso de Administração da UNIPAC Lafaiete, temos a disciplina que trabalha os fundamentos do marketing e outra que trabalha o marketing digital e negócios. Estamos preparando o profissional tanto para lidar com pessoas, entendendo a importância do marketing de relacionamento. O profissional de marketing tem que ser um especialista em analisar dados, entender o público, saber lidar com pessoas e tomar decisões estratégicas. Isso é bem complexo. Ele tem que estar preparado para mudanças do mercado, como as que a inteligência artificial trouxe, mas também para entender como uma lei pode afetar a empresa. Ou seja, o profissional de marketing trabalha com análise de ambiente, de dados e com a parte humana (entender seus clientes), além de compreender o produto. Você acredita que a inteligência artificial vai substituir o profissional ou vai criar novas oportunidades? Eu acho que ela vai criar novas oportunidades, e em alguns setores também haverá substituição. Por isso, entendemos que é tão importante se especializar. O importante é não estagnar. Você tem que estar antenado para sempre se atualizar. As pessoas mudam, os comportamentos mudam, e os profissionais não podem ficar para trás. Gostou de saber mais sobre uma das áreas de atuação do profissional formado em Administração? Estude na UNIPAC Lafaiete e seja um profissional completo. Faça sua inscrição no vestibular https://unipac.br/vestibular/